Foco e marketing são essenciais para sucesso no e-commerce

02/09/2014

O comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 16 bilhões apenas no primeiro semestre de 2014, uma alta de 26% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números, divulgados pela empresa E-bit, mostram que investir no setor pode ser um ótimo negócio. No entanto, para evitar fracassos, é preciso que o empreendedor planeje muito bem todos os detalhes da sua empresa, desde a escolha do foco do negócio até a plataforma que será utilizada.

 

Enquanto nos Estados Unidos e na Inglaterra o e-commerce já é usado por 90% da população, no Brasil ele ainda fica restrito a 25% dos consumidores, o que significa que ainda há muito potencial para expansão, afirma Marcio Eugênio, especialista em e-commerce e sócio fundador da Loja D Virtual, que desenvolve ambientes de comércio virtuais para micro e pequenas empresas. “Estas tendências às vezes demoram alguns anos para se concretizar por aqui, mas é fato que o Brasil tem um grande potencial de expansão, e o mercado vem crescendo consistentemente desde 2009, com taxas superiores a 20%. É, sim, um ótimo investimento”, explica Eugênio.

 

Ele alerta, no entanto, que muitas pessoas estão entrando desavisadas neste meio, e correm um grande risco de fracassar. Para Marcio, um dos principais erros cometidos pelos novos empreendedores do setor é a falta de foco. “Não dá para atender a todos, é preciso inicialmente escolher um nicho bem específico. Ao invés de vender todo tipo de artigo esportivo, é melhor focar apenas em tênis para corrida de aventura, por exemplo”, afirma o especialista.

 

Com isso, acrescenta Eugênio, o empresário passa a oferecer produtos especializados que não existem nas grandes redes de e-commerce, dá um atendimento diferenciado e ainda terá condições de manter um bom estoque, pois a quantidade de modelos será bem menor.

Outro problema apontado pelo especialista é levar a mentalidade do comércio físico para o meio online, e investir mais em estoque do que em publicidade. “Na internet isso não funciona, ninguém vai comprar se não souber que sua loja existe. É preciso investir em ferramentas de marketing e segmentar os anúncios para o seu público. Isso pode ser feito por meio de anúncios vinculados a buscas do Google ou propagandas no Facebook de acordo com os hábitos e interesses específicos”, diz Eugênio.

Detalhes fundamentais
O empreendedor também precisa ser criterioso na escolha de outros componentes fundamentais do seu negócio online, como a plataforma, as formas de pagamento, os canais de comunição com o cliente e a modalidade de entrega. Para Eugênio, a melhor plataforma é aquela que atende às necessidades do seu cliente. “Por isso, antes de escolher uma, você precisa ter muito bem definido qual é o seu público e, com base nisso, buscar aquelas que oferecem os recursos apropriados. Se você for vender para jovens, por exemplo, é fundamental encontrar uma que interaja com redes sociais”, esclarece o especialista.

Já em relação às formas de pagamento, ele defende que, quanto mais opções oferecidas ao consumidor, melhor. No entanto, como cerca de 80% das vendas online são feitas por meio de cartão de crédito, contar com pelo menos uma bandeira é essencial para o negócio. “Outra opção é investir em facilitadores como PagSeguro, mas de forma complementar. Apesar de versáteis, eles cobram taxas maiores do vendedor e desestimulam muitos consumidores, por exigirem realização de um novo cadastro. Algumas pessoas acabam abandonando no meio do caminho”, pondera Eugênio.

O especialista também recomenda que a empresa mantenha ao menos um telefone para atendimento ao consumidor, pois muitas pessoas ligam apenas para saber há uma pessoa do outro lado e comprovar que o negócio existe mesmo. Um chat para tirar dúvidas em tempo real também é uma ferramenta importante para dar credibilidade.

Finalmente, Eugênio lembra que é preciso ter uma boa estratégia de logística. Segundo ele, cerca de 85% das entregas são feitas pelos Correios, mas a estatal impõe algumas restrições em relação a tamanho e peso do produto, e às vezes pode ser necessário buscar uma outra empresa. “Neste caso, uma boa dica é buscar referências com outras empresas que usam o serviço na sua região. Algumas entregadoras têm boa reputação, mas podem não atender bem determinadas localidades. E se ela falhar com o seu cliente, o dano recairá sobre a imagem da sua empresa”, finaliza.

 

fonte: http://economia.terra.com.br/vida-de-empresario/foco-e-marketing-sao-essenciais-para-sucesso-no-e-commerce,390c2b51dc338410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Tendências dos pagamentos online para 2014

19/12/2013

R$ 31 bilhões. Esta foi a estimativa de faturamento do e-commerce em 2013, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

E seguindo a regra do e-commerce, o segmento de pagamentos online também terá um crescimento expressivo em 2014. Os meios de pagamentos online estão migrando para o offline, varejistas estão oferecendo novas formas de pagamento aos seus clientes, o comportamento do consumidor está inconstante. O desafio de realizar uma transação sem fraudes continua e as novas tecnologias fazem com que este mercado se desenvolva de forma muito rápida.

Segundo a Lets Talk Payments, empresa de pesquisa sobre inovações em pagamentos nos Estados Unidos, Europa e Ásia o mercado de empresas que processam pagamentos online estará bastante aquecido nos próximos anos, principalmente com o crescimento do consumo via mobile e com a intensificação do uso de novas tecnologias como NFC (Near Field Commucation) e QR Code/ Barcode.

No Brasil, como efeito deste novo perfil do cliente, mais “internauta”, os bancos estão investindo mais em tecnologia. Até 2017 estima-se que a internet responda por 60% das operações nos bancos do país e canais tradicionais como agências, contact center e ATIM já foram superados pelo Internet Banking e Mobile Banking. Entre 2008 e 2012 o acesso móvel de contas bancárias cresceu 137% ao ano.

Apesar de algumas tendências de meios de pagamento serem bastante claras há algum tempo, as tecnologias precisam ser desenvolvidas com rapidez para acompanhar todas essas mudanças.

Veja algumas tendências:

1. Mobile e tecnologias offline:

De acordo com estimativas da Gartner, o mercado de transações financeiras via mobile deve alcançar os 721 bilhões dólares em 2017. Na Europa mais de 50% de todos os pagamentos realizados será feito por dispositivos móveis em 2020, de acordo com a VISA.

Acompanhando esse crescimento, tecnologias como a NFC (Near Field Communication) tendem a se fortalecer. Estima-se que até 2015, cerca de 50% dos smartphones lançados em todo mundo irão adotar essa tecnologia que possibilita a troca de informações de dois dispositivos eletrônicos compatíveis de forma segura (dispensa a necessidade de digitar senhas ou acessar o Wi Fi). Assim é possível obter informações de um cartaz ou display de um supermercado ou comprar um ingresso, por exemplo.

No Brasil já são mais de um milhão de maquininhas POS capacitadas para transações NFC, e, segundo a MasterCard, este número ainda pode aumentar com a chegada da Copa do Mundo. O Banco do Brasil e a Visa anunciaram que já têm cartões com a tecnologia NFC.

2. Fraude e Risco:

Aprimorar sistemas anti-fraudes, como a gestão de risco, em tempos de crise da privacidade online será fundamental. Segundo pesquisa da Nilson Report, em 2012 o total de perdas com fraudes nos pagamentos globais somaram $ 11.2 bilhões de dólares.

Em outubro deste ano na Austrália, hackers acessaram contas antigas de e-mail do dono da Australia’s Inputs.io, uma empresa de serviços de software que gerenciava endereços de Bitcoins e roubaram 4,100 bitcoins (cerca de $1.6 milhões).

De acordo com a Fecomércio, 18% dos e-consumidores já foi vítima de algum crime digital. Entre as fraudes mais comuns está a clonagem de cartões de crédito e débito. E no caso dos dispositivos móveis esses riscos também são eminentes devido ao uso de aplicativos, inclusive aqueles que acessam o internet banking.

3. Redes Sociais e experiências com conteúdo de qualidade:

Se as pessoas estão usando mais seus dispositivos móveis para fazer compras elas também usam essas tecnologias para se conectarem às redes sociais. O comércio eletrônico nas redes sociais é uma tendência forte, principalmente no Brasil, país que têm o maior número de usuários do Facebook e a maior média de amigos por pessoa. Os brasileiros também são os que mais utilizam a internet na América Latina para fazer comentários sobre marcas. Essa característica brasileira da sociabilidade tende a ser cada vez mais explorada pelos vendedores e atrair esse público com conteúdos personalizados e de qualidade será primordial. Nesse sentido é importante contar com soluções de pagamentos que façam transações dentro das redes sociais e se possível sem redirecionamentos.

4. Cartão de crédito como principal meio de pagamento dos brasileiros:

Nos últimos anos o cartão de crédito tem sido o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros. Segundo pesquisa do Ibope realizada em outubro de 2013 e divulgada no Congresso E-commerce Brasil, 83% dos brasileiros preferem o cartão de crédito para fazer compras no e-commerce. Além da comodidade do parcelamento, o cartão de crédito confere mais poder de compra ao cliente, pois compromete apenas parcialmente sua renda e traz menos riscos de inadimplência. Além disso, o cartão de crédito é uma boa opção para os vendedores que necessitem receber pagamentos recorrentes e queiram fazer cobranças automáticas.

 

fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/tendencias-dos-pagamentos-online-para-2014/

Defina as metas do seu E-commerce para 2014

19/12/2013

Estamos nas últimas semana de 2013 e junto com o fim do ano vem a análise de desempenho do negócio. O ponto é que muitas vezes tudo o que temos para avaliar o ano é a percepção de bom ou ruim e isto não é o bastante. Para uma boa análise de desempenho temos que primeiramente definir o que será avaliado e qual o objetivo a ser atingido. Só então é poderemos julgar se o resultado foi bom ou ruim de forma objetiva.

Surgem então duas grandes dúvidas:

1) O que avaliar?

2) Qual o objetivo/meta?

A definição do que se quer avaliar deve considerar a importância/impacto do tema para a performance do negócio versus a dificuldade e necessidade de esforço necessário para o monitoramento. Colocando de outra forma, para avaliar o desempenho será preciso auferir resultados, monitorá-los e analisá-los e isto tem um custo, seja em tempo de pessoas para realizar a tarefa de acompanhamento, em tempo da equipe para realizar processos necessários para o correto registro ou equipamentos/softwares de avaliação. Se o custo para medir for maior do que o ganho com a performance esperada deve-se avaliar seriamente se este tema/assunto é fundamental para a empresa para que seja acompanhado.

Como sugestão, devemos começar o processo de seleção do temas a partir do macro e ir refinando conforme a complexidade do negócio. Um bom ponto de partida é definir os temas relevantes e aqui sugerimos três: performance econômico-financeira; percepção de qualidade dos clientes e satisfação dos colaboradores.

As definições mais comuns no âmbito econômico-financeiro são metas de vendas, de margem de contribuição; EBITDA e Lucro. As últimas duas são as mais completas pois englobam o resultado da organização como um todo.

Quanto a meta de percepção de qualidade do cliente, podemos ter diferentes indicadores para auferir sendo alguns deles: pesquisas de satisfação; contatos no SAC; contatos de reclamação no SAC e Reclamações em serviços como Reclame aqui. O importante é ter uma boa escolha de qual indicador reflete melhor a percepção do clientes versus o custo. O uso de pesquisas é um dos melhores processos mas exige investimento na elaboração do questionário; realização da pesquisa por amostragem ou não; tabulação e análise dos resultados. Por isso, muitas vezes a opção por um indicador mais simples como contatos no SAC para reclamação / total de pedidos são os mais indicados. Ele exige cuidado ao pensar as possibilidade de categorização do contato e clareza de cada situação além do treinamento da equipe. Afinal, um pedido de troca não necessariamente é reflexo de insatisfação.

Com relação a satisfação da equipe interna, a melhor forma é criar uma pesquisa simples e curta sobre os principais pontos do dia a dia de trabalho e deixar um campo aberto para comentários finais. E claro, a pesquisa deve O próximo passo é descer um nível, pensando em temas por área como marketing, operações, SAC e TI. Nestes casos são exemplos: número de visitas, taxa de conversão, ticket médio, giro de estoque, trocas e devoluções; disponibilidade do ecommerce, etc. Definido o que será avaliado e qual o indicador utilizado, torna-se necessário definir a meta/objetivo.garantir que não se possa identificar os respondente, deixando-os a vontade para dar respostas verdadeiras. Com base nestas pesquisas você pode promover pequenas alterações na rotina; processos, ambiente, etc, muitas vezes de baixo custo, mas que tenham alto impacto na satisfação da equipe e isso reflete no relacionamento com o trabalho e cuidado com o cliente.

 

fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/defina-metas-seu-e-commerce-para-2014/

A automatização das experiências no e-commerce

19/12/2013

A automatização das plataformas para recomendação por histórico de compra, navegação, abandono de carrinho e até recomendação dos seus amigos, tem sido o discurso e trabalho que estamos desenvolvendo para que a usabilidade do nosso site torne a experiência do usuário quase imperceptível.

A minha dúvida é se deveríamos querer isso mesmo. Inteiramente isso. Os testes A/B com exposição automatizada para grupos de estudos mostraram um aumento de conversão quando o usuário não precisa fazer perguntas sobre cor, ou até se aquilo vai combinar com o sapato novo. A compra de impulso vale mais do que um cliente?

Por todos nós termos anos de experiência, MBAs e outros blá blá blás, acho que esquecemos de algumas coisas simples, como o marketing básico que vimos na faculdade.

A marca é o conjunto de experiências vividas juntas e as associações que as pessoas fazem quando pensam na sua empresa. Se você esta buscando uma experiência cada vez mais imperceptível, pode ser que esteja trabalhando para ter mais um e-commerce com o header vermelho (já viu quantas marcas tem esse layout?) ou está juntando cada vez mais pessoas que tenham que fazer uma busca em sua caixa de mensagem para ver onde foi feito o pedido que já atrasou.

Qual é o lifetime value do grupo de usuários que compram por impulso sem perceber onde está comprando versus o valor de curto prazo, ticket médio e outros benefícios de um usuário que compra no seu site porque o escolheu?

Sei que a palavra Branding é um palavrão para os profissionais de performance online, também a considero uma desculpinha tosca para vender produtos que não trazem resultados que impactam as vendas, porém deveríamos parar de achar que branding não é mensurável na internet, a comparação acima mostra uma forma objetiva de se calcular o valor retornado de algumas ações (mas essa é uma discussão que merece um artigo a parte).

Uma plataforma inteligente que aprende com a navegação do usuário é muito importante para a otimização de conversão, redução do custo de aquisição e tudo mais, porém correr para suprir essa angústia e esquecer que o usuário precisa viver experiências no seu site pode ser até mais caro. Ter o sentido de pertencer e se sentir importante para a marca é algo que pode reduzir drasticamente o seu custo de retenção (quantas compras ele precisaria fazer para “pagar” a diferença da aquisição de uma compra por impulso?)

E que fique claro que em nenhum momento estou falando em dificultar a aquisição após a decisão de compra e confirmação do pedido, também não estou falando da sua Fanpage e likes, mas sim da troca de experiência do usuário que comprou um livro, mas não tem com quem discutir, de curadoria de conteúdo como ferramenta colaborativa para enriquecimento de detalhe de produto, uma estratégia inteligente: reviews (ou você realmente acha que só colocar as estrelinhas vai te fazer virar uma constelação?), gamificação, mobilizações social para atingir um benefício real para elas, até uma porcaria de um site de seguro de saúde que te obriga a levantar da cadeira e tomar água… sei lá, a marca é sua, ou melhor, quais são as experiências que as pessoas estão assimilando com a sua empresa?

Se você ainda tiver alguma dúvida em como automatizar a sua plataforma, basta clicar em um dos links desse plugging de recomendação abaixo, mas se você tem ainda tem uma mínima desconfiança de que a home do seu site não deveria ser toda autorizada para apresentar produtos de acordo com a navegação ou compra, deixe um comentário com a sua experiência aqui em baixo, afinal é só participando ativamente que você se sentirá parte da coisa.

 

fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/automatizacao-das-experiencias-e-commerce/

Comércio eletrônico registra recorde de 37,9 mi de usuários únicos em novembro

19/12/2013

No mês de novembro o número de brasileiros que visitaram páginas de e-commerce atingiu um patamar inédito. Pelo primara vez, a categoria chegou a 37,9 milhões de usuários únicos, em casa ou no local de trabalho, sendo que cada um permaneceu em uma página de compras online, em média, por duas horas no mês. As informações são de uma pesquisa feita pelo Noelsen Ibope.

O relatório revela que a subcategoria com maior movimento em comércio eletrônico foi a das lojas de varejo, que foram visitadas por 33,4 milhões de usuários únicos no mês, registrando um crescimento de 6% sobre os 31,5 milhões em outubro e alcançando também uma marca inédita.

Também cresceram de maneira significativa os comparadores de preços, que chegaram a 19,5 milhões de usuários únicos, após um aumento de 11%, e os sites de cupons e compras coletivas, que evoluíram 8% no mês, atingindo cerca de 16 milhões de internautas.

As páginas mais visitadas nos sites de varejo no mês da Black Friday foram as que oferecem televisores, celulares, tablets, móveis e livros. Já nos comparadores de preços, os produtos mais procurados foram os smartphones. Ainda de acordo com a pesquisa, além dos sites de compras, também cresceu em novembro a audiência das páginas de companhias aéreas, redes sociais, buscadores e portais.

 

fonte: http://www.corpbusiness.com.br/index.php?p=noticia-interna&id=12693

Planeje suas estratégias de e-mail marketing para 2013

05/03/2013

O e-mail marketing revelou-se uma ferramenta muito eficiente para aproximar consumidores e varejistas, principalmente aqueles que atuam no comércio eletrônico. Mas, para ter ações eficientes, é necessário saber exatamente como elas serão desenvolvidas e qual público se pretende atingir.

A fim de garantir o sucesso das campanhas e aprimorá-las para diversas ocasiões em 2013, selecionamos algumas dicas para elaboração do planejamento, visando o crescimento das empresas na relação com seus consumidores e clientes.

Orçamento – Antes de qualquer ação, é preciso planejar o orçamento. Sejam muitos ou poucos os recursos, é preciso colocar na ponta do lápis a verba destinada para essa comunicação. Acompanhe o planejamento financeiro para identificar quais etapas podem ser terceirizadas e, caso não haja essa possibilidade de divisão de trabalhos, aponte os recursos existentes para viabilizar e realizar as campanhas.

Análise e Segmentação – Se estiver iniciando um projeto com e-mail marketing, selecione o que será usado – newsletter, confirmação de pedido, agradecimento, lembrete, convite, captação, releases, pesquisa e promoções – e desenvolva o conteúdo necessário para cada tipo de situação, filtrando a base de contatos de acordo com a ocasião.

Template – Pontue melhorias e desenvolvimentos de template para momentos diferentes. Afinal, cada campanha pede uma identidade própria, então é preciso dar muita atenção a este detalhe.

Defina o público-alvo – Insira no cronograma uma pesquisa para identificar o público-alvo ou estude a base de dados a fim de conhecer o usuário para o qual fala.

Invista na criação da peça – Não se esqueça de dar atenção aos recursos digitais usados no e-mail. A composição da mensagem em HTML é mais chamativa do que a criada em texto. Trabalhe com elementos que tornem a mensagem mais interessante para o usuário.

Datas sazonais – Elabore um calendário com datas sazonais para envio de mensagens e trabalhe com os melhores horários de envio.

Métricas – Analise o retorno e mensure os resultados, a fim de reformular planejamentos e alterar processos para obter sucesso em suas campanhas.

Equipe – Defina quem será o responsável por cada etapa e estabeleça um processo de comunicação para que tudo saia conforme o planejado.

 

fonte: http://emailmarketing.virtualtarget.com.br/dicas/planeje-suas-estrategias-de-e-mail-marketing-para-2013/

Email: barreira ou aliado para o crescimento do e-commerce?

05/03/2013

O e-commerce brasileiro atravessa um período de forte crescimento. De acordo com a e-bit, empresa de análise de informações do varejo on-line, o setor atingiu um faturamento de R$ 18,7 bilhões em 2011, valor 26% maior que em 2010, e agregou durante o ano nada menos que 9 milhões de novos e-consumidores, 61% deles integrantes da classe C, que chegaram com sede nas lojas virtuais por conta do aumento do acesso à banda larga e o incremento do poder aquisitivo.

De olho nas boas ofertas e com maior poder de negociação, estes consumidores emergentes descobriram a facilidade, o conforto e as vantagens, incluindo os preços mais baixos, de comprar pela Web. Porém esta rápida evolução do comércio eletrônico e de novos modelos de negócios, como as compras coletivas, que somaram no ano passado 20,49 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 1,6 bilhão, poderão ser travados por uma ferramenta que inaugurou a indústria da Internet em seus primórdios no ano 2000: o email.

A expectativa da e-bit de um crescimento de 25% este ano no e-commerce brasileiro, o que representará um faturamento de R$ 23,4 bilhões, poderia até mesmo ser superada se os e-varejistas dedicassem a merecida atenção aos seus programas de email marketing, que, sem sombra de dúvida, são fundamentais na estratégia de geração de leads e engajamento com os consumidores. Mas ao que tudo indica os lojistas virtuais brasileiros ainda terão que empreender sérios esforços para transformar o email em uma poderosa ferramenta para promoção de seus produtos e serviços. Segundo o “Estudo Global de Entregabilidade de Email – 2º Semestre 2011″ – realizado pela Return Path, apenas 64,5% dos emails comerciais foram entregues nas caixas de entrada dos brasileiros na segunda metade de 2011.

Mais ainda, do total dos emails trafegados no País, 22,4% foram encaminhados para pasta de spam ou para o lixo, e 13,1% foram simplesmente bloqueados pelos provedores (ISPs) no período. O estudo concluiu que a média mundial de entrega de mensagens foi de 76,5%, posicionando o Brasil entre os países com os índices mais baixos de entregabilidade. O Brasil ficou abaixo, por exemplo, da Ásia-Pacífico, região com o pior índice, que registrou 66,5% de emails ingressando nas caixas de entrada.

Em uma análise por setores da economia, a indústria de games foi a que registrou o pior índice de entrega de emails no Brasil (apenas 40,1%), seguida por Saúde (68,6%), Telecomunicações (76,9%), Varejo (79,4%), Redes Sociais (87,4%), e Bancos (94,8%). O levantamento mostra que o cenário mundial também não apresentou resultados positivos. Historicamente, as taxas globais de entrega das mensagens foram de cerca de 80%, com um em cada cinco emails sendo direcionados para pasta de spam ou bloqueados. O estudo mostra que, pela primeira vez em três anos, houve uma sensível queda de 6% no segundo semestre do ano passado, trazendo a média global para 76,5% contra 81% no primeiro semestre de 2011, a pior já registrada desde que o estudo começou a ser feito pela companhia.

O volume de emails encaminhados para pasta de spam foi recorde no segundo semestre, chegando a 8,4%, e as mensagens não entregues ou bloqueadas pelos filtros dos provedores alcançou 15,1%, um índice 20% inferior ao dos seis primeiros meses do ano. As dificuldades enfrentadas pelos profissionais de marketing em melhorar as performances de suas campanhas de email marketing estão diretamente relacionadas com a não adoção das melhores práticas para envio das mensagens, o que ajudaria a melhorar consideravelmente a reputação dos remetentes e, consequentemente, a incrementar as taxas de entrega.

O avanço do comércio eletrônico está sendo acompanhado por uma eclosão no número de mensagens eletrônicas, o que leva os provedores a se tornarem cada vez mais exigentes para liberar suas barreiras e entregá-las nas caixas de email dos consumidores. Neste cenário, quem quiser vencer a batalha do varejo virtual terá que cuidar com atenção da sua reputação. É isso ou baixar as portas e perder clientes para concorrência.

E então? Vai continuar mandando suas mensagens pro lixo?

 

Fonte: Artigo escrito pela equipe da Virtual Target www.virtualtarget.com.br

O comportamento de compra do consumidor web e suas experiências

05/03/2013

Sempre me perguntei os motivos que levavam um consumidor decidir comprar pela web e não ter a experiência de tocar, sentir e levar na mesma hora o produto, tudo isso me deixava cada dia mais curiosa, não poderia ser somente o preço, pois essas empresas não iam se sustentar de pé, se vendessem com menor preço e entregassem com frete grátis.

A partir daí comecei a estudar a fundo o comportamento do consumidor na web e aplicar isso no meu dia a dia de gestora de e-commerce (atuei em grandes players do varejo e ainda atuo), em minha pesquisa de mestrado defendo que o consumidor hoje compra o serviço e quem não estiver nessa mesma “página” que o consumidor vai perder o avião, seja por não ser uma empresa lucrativa ou mesmo pelo fato de não entender seu consumidor e se enrolar no seu próprio gerenciamento de produtos.

É fato que hoje o consumidor busca uma experiência de compra diferenciada na internet, ele não quer simplesmente entrar em uma loja virtual, escolher, colocar o número do cartão e receber. Ele quer ser atendido. E como atender o consumidor no mundo e-commerce?

Prepare-se para uma viagem na mente humana, devemos ter em mente que vamos ser empresas que cada vez mais vão aliar o marketing à tecnologia, o B.I deve andar de mãos dadas com o gestor de e-commerce, eu quero e você também quer saber quem está por trás da máquina, quem é o dono daquele cartão e o que mais ele deseja. Para tanto, devemos fazer um exercício diário de pesquisa dentro da nossa loja. Devemos mapear compras, comportamento repetitivo, usar a nossa central de relacionamento e entender como o consumidor se sentiu no pós-vendas. Temos já inúmeras ferramentas para nos ajudar nesse “serviço” ao consumidor e elas são a chave, junto de muito esforço para uma melhor experiência de compra do seu consumidor.

Sem esquecer que o consumidor também quer o básico, ele quer entrar, encontrar (gerenciamento de categorias e controle de busca interna é muito importante), saber tudo daquele produto, sem sair da sua pagina, e comprar com segurança. Depois disso ele quer saber como está o processo de compra (uma tela amigável de status ajuda muito nesse momento) e quer receber no tempo previsto, talvez goste de ser surpreendido, mas o que ele espera de uma experiência perfeita é receber no tempo certo, exatamente o que ele pediu. Se você quiser tornar essa experiência mais rica e fidelizar, existem sim meios  (vamos falar disso também) de sucesso para fazer isso.

Outro ponto que é importante para a experiência de compra ser positiva é o mobile, o consumidor quer comprar e quer comprar de qualquer lugar. Quer entrar na sua loja pelo desktop, pelo laptop, pelo tablet e pelo smartphone. Ele quer que você o atenda em qualquer situação, fazendo uma analogia ao mundo real, ele quer ser bem atendido se chegar de chinelo na sua loja ou se parar um Ferrari na porta. É isso que ele quer, ele deseja que você esteja sempre pronto para atender, independente de qual seja a situação dele (no caso a situação virtual e disponibilidade de tempo). O mobile é a bola da vez, o consumidor está conectado 24horas e talvez não feche a compra por ali, mas ele quer poder fechar, se quiser. Então, capriche na sua loja mobile, tenha um aplicativo interessante e use esse momento a seu favor. Cada vez mais o consumidor compartilha a sua experiência de compra em redes sociais e isso  é o antigo boca a boca que vende mais que qualquer grande estratégia, crie boa fama e seja você uma marca que cria fãs, independente se você é varejista ou indústria. Crie fãs, mas cuidado os consumidores compartilham mais ainda as experiências ruins, então muito cuidado com o seu pós venda, como sempre.

Um estudo global chamado AdReaction 2012, conduzido pela Millward Brown junto com a Firefly, verificou a opinião e expectativa dos consumidores em reação ao mobile. E confirmou que 60% dos usuários consideração seus smartphone ou tablete indispensável e sabem que seus aparelhos os deixam muito mais eficientes no dia a dia.

Portanto o consumidor quer interagir com seus vendedores no dia a dia, pode escolher como fazer isso, o que quer ou não ver e geralmente gosta e “curte” os posts da sua marca favorita, precisamos, claro, ter cuidado para não invadir demais a privacidade do consumidor, essa é uma linha tênue que pode tornar a experiência prazerosa ou não.

Eu sou bastante otimista e minhas pesquisas me comprovam isso todos os dias, em relação ao mobile marketing. Acredito nessa mudança de paradigma entre empresas e consumidores e o respeito, vai permear essas relações novas. O conteúdo deve ser adequado forma cuidadosa para encaixar no target, com isso vamos levar ao maior engajamento do consumidor, a plataforma mobile permite isso. Devemos manter a surpresa e o encantamento a cada post e aproveitar os pontos fortes de uma plataforma multimídia única, portátil e pessoal.

O consumidor espera sempre trocar, pense nisso quando estiver atuando na experiência do consumidor, ele espera algo útil que acrescente e que ele possa dividir a experiência dele, nesse caso essa mídia é única e devemos considerar características especificas (voltamos lá no inicio quando eu afirmei que os vendedores que possuírem plataformas de e-commerce mais inteligentes vão vender mais).

Um ultimo ponto e não menos importante para nós gestores de e-commerce: OFERTAS!!! O consumidor adora receber ofertas em primeira mão via mobile. Aproveite, faça com que o seu cliente seja especial a cada post e mostre que ele é o primeiro (daquele segundo) a receber essa valiosa informação e BOAS VENDAS!!!

 

fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2013/02/28/o-comportamento-de-compra-do-consumidor-web-e-suas-experiencias/

Palestra com dicas de como ter um e-commerce de sucesso

05/03/2013

 

No quarto dia de Campus Party Brasil 2013, no palco Hypatia ocorreu uma palestras teve como foco discutir e apresentar dicas de como melhorar a performance de sua loja online, além de discutir sobre o mercado de e-commerce e tendências.

Com a participação de Gerson Rolim, João Ramirez, Gabriel Borges e mediação de Juarez de Paula, foi discutido a tendência de Cross-Channel e a comunicação entre a loja física e a online, que atualmente não tem sido muito explorada pelo mercado, que ainda não está preparado para receber este cliente que está em diversos canais, e que em cada canal tem um perfil de consumo.

 

Outro ponto comentado foi a questão do compartilhamento de informações e a influência hoje das redes sociais no consumo. Como atualmente as pessoas consideram importantes a opinião dos amigos na decisão de uma compra. E que isso vem sendo cada vez mais difundido com o crescimento das rede sociais, que facilita esta interação.

A importância da definição de pontos estratégicos para o crescimento de uma loja online também foi discutido na palestra. Foram citados pontos importantes que devem ser levados em conta na criação de um e-commerce, como a estruturação de um plano de negócios e cuidados com o planejamento da loja para que sejam atendidas todas as pontas de um negócio como o marketing, comercial, logística e financeiro.

 

fonte: http://blogpagseguro.com.br/2013/02/palestra-com-dias-de-como-ter-um-e-commerce-de-sucesso-cpbr6/

Brasileiros estão entre os que mais gastam sua renda através do e-commerce

01/05/2012

Consumidores brasileiros gastam em média 27% de sua renda disponível em compras pela web, à frente da média global (23%), segundo uma pesquisa realizada pela WorldPay em 15 países. A Índia foi o país que apresentou a maior proporção, com uma média de 33% da renda disponível destinada a sites de e-commerce, seguida pela China (31%), Reino Unido (25%) e Estados Unidos (23%). Em relação ao Brasil, 8% dos entrevistados – que para participar da pesquisa deveriam ter realizado ao menos uma compra on-line nos últimos seis meses – afirmam que já chegou a gastar até mais da metade de sua renda disponível em compras pela Internet. O Reino Unido é o país que apresenta o maior índice neste quesito (11%), sendo que a média dos entrevistados globais é de 7%.

O estudo da WorldPay fez uma análise sobre o comportamento dos compradores desde o início da recessão mundial, e mostrou que 63% dos consumidores da China estão realizando mais compras online, contra apenas 5% que relatam ter diminuído seus gastos. Este crescimento líquido de 58% superou por uma grande margem o índice da segunda colocada, a Índia, que obteve um percentual de 30% neste mesmo índice (45% x 15%). No Brasil, 39% dos compradores afirmam gastar mais em compras online desde a crise, contra 19% que afirmaram ter gastado menos, o que gera um crescimento líquido de 20%.

O forte crescimento dos gastos dos consumidores chineses condiz com os resultados de uma outra pesquisa apresentada pela Translated (Clique aqui para ler), a qual mostrou um índice estatístico que determina a participação dos países no mercado online através da combinação entre o PIB per capita e a total de usuários de internet. Esta pesquisa prevê que embora o mercado de e-commerce dos Estados Unidos tenha sido o dobro do chinês em 2011 (24,4% x 11,5%), até 2015 as posições devem se inverter (16,8% para os Estados Unidos contra 18,8% para a China).

Maioria das compras são realizadas à tarde e à noite

Os dados do “Global Online ShopperReport” da WorldPay ainda mostram que a maior parte das compras online (44%) acontece entre às 18:00 e a meia-noite, com o pico às 20:40; 30% ocorrem à tarde, entre o meio-dia e às 18:00; 16% na parte da manhã, das 6:00 ao meio-dia, e os 10% restantes na madrugada, da meia-noite às 06:00.

A pesquisa também revela que a maioria das transações (95%) é realizada na casa dos consumidores, sendo os cômodos mais comuns a sala de estar (54%), o quarto (43%) e o escritório (43%).

Outros dados importantes:

Quase 30% dos e-consumidores entrevistados afirmam realizar suas compras enquanto estão no ambiente de trabalho. Além disso, 8% revelam ter comprado durante os feriados, enquanto 7% diz ter feito o mesmo em cafés, pubs, bares ou restaurantes, e 6% na faculdade ou universidade, no carro ou até mesmo em lojas físicas.

Proporção considerável de entrevistados afirma realizar diversas atividades enquanto compram pela internet, fato que torna ainda mais difícil para os comerciantes reter sua atenção. Do total, 46% relataram assistir televisão; 42% escutar música; 31% navegar em sites de mídias sociais (redes sociais / blogs); 29% conversam com amigos e familiares e outros 21% afirmam prestar atenção no rádio durante o processo de compra.

Mais de um terço dos consumidores que compram frequentemente (aqueles que gastaram 30% ou mais de sua renda disponível comprando online em 2011) realizou transações pela internet utilizando um smartphone. O mesmo quesito apresentou um percentual de 17% entre os “consumidores moderados” (que gastaram entre 10 e 30% de suas rendas disponíveis online). O primeiro grupo também é mais propenso a comprar através de tablets (23% x 9%). Do total, 5% afirmam ter realizado compras através de uma smart TV.

 

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/brasileiros-estao-entre-os-que-mais-gastam-sua-renda-atraves-do-e-commerce/

7 dicas para obter sucesso no e-commerce

30/04/2012

Há lojas virtuais que ao iniciarem seus projetos, o fazem sem planejamento e sem estabelecer perspectivas. Dessa forma, o sucesso além de não poder ser mensurado acaba por, fatalmente, não ser alcançado.

Na maioria das vezes as questões que deixam os lojistas desmotivados quanto ao sucesso do seu empreendimento, giram em torno de situações cotidianas do mercado virtual, como logística, reclamações de clientes e problemas de comunicação; tais situações seriam trabalhadas facilmente com um planejamento bem desenvolvido.

Nesse sentido, visando aperfeiçoar o desenvolvimento de sua loja virtual, há 7 caminhos que, bem trilhados, podem direcionar seu e-commerce ao sucesso. Veja:

1. Liderança para o projeto

Para o seu empreendimento obter sucesso é necessário que o lojista tenha visão e aspire sucesso. Não adianta ter todas as situações técnicas favoráveis, se o lado humano da loja virtual não almeja crescimento. Portanto, o lojista deve desejar que seu empreendimento cresça e motive seus colaboradores a trabalharem com o mesmo foco.

2. Estratégias bem estabelecidas

Para uma loja virtual de sucesso é importante que todas as estratégias sejam devidamente estabelecidas, levando em consideração fatores como informações de clientes, mercado, segmento, fornecedores, colaboradores, prestação de serviços, marketing e divulgação, vendas online e processo logístico. Em seguida, é preciso elaborar planos de ação, visando as condições de investimento e as expectativas de retorno.

3. Foco nos clientes

Tenha em seu cadastro de clientes informações sobre os mesmos que possam te auxiliar no momento de lidar com suas preferências e necessidades. Dessa forma, as ações voltadas à conquista e fidelização desse consumidor será muito mais eficaz, justamente pelo aspecto personalizado da mesma. Também é importante saber ouvir e falar com cada tipo de cliente. Para entender o seu cliente, clique aqui.

4. Informações organizadas

Defina e organize todas as informações relevantes da empresa, como normas de conduta, procedimentos de cada departamento, rotinas de trabalho, verificação de pagamentos, pedidos, etc. Sugerimos, nesse caso, que desenvolva um manual de procedimentos internos para que todas as informações estejam acessíveis e centralizadas.

5. Divisão de tarefas

Defina as tarefas de cada colaborador e de cada departamento da empresa, bem como promova a sinergia da equipe. Com o desenvolvimento do manual de procedimentos sugerido, todos os colaboradores de seu empreendimento podem ter a mesma base de aprendizado sobre os objetivos diários de trabalho.

6. Domínio do processo

O lojista deve ter domínio de todos os processos operados em sua loja virtual. Ainda que não exerça, é importante estar a par e entender todos os procedimentos, desde a visita do cliente à loja virtual até o contato de pós-venda. Dessa forma, a visão do lojista quanto aos próximos investimentos e melhorias será ampliada.

7. Controle do crescimento

Como dito inicialmente, sem planejamento e perspectiva o sucesso não pode ser mensurado nem alcançado. Nesse sentido, é imprescindível que o estabelecido como meta seja constantemente medido e avaliado para saber se os resultados são positivos ou negativos. Ao obter bons resultados, o lojista também precisa ter controle do crescimento de seu empreendimento, justamente, para determinar a expansão das fronteiras de sua loja virtual.

 

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2012/04/26/7-dicas-para-obter-sucesso-no-e-commerce

Curtidas influenciam compras por impulso de usuários do Facebook

30/04/2012

Uma pesquisa realizada pela Sociable Labs, empresa especializada em marketing online, revelou que os usuários do Facebook são fortemente influenciados a fazer compras por impulso, baseados nas curtidas de seus contatos na rede social.

 

 

 

O estudo feito pela empresa detectou que quanto menos tempo o usuário fica conectado na rede social de Mark Zuckerberg, maior é a quantidade de dinheiro a ser economizada, uma vez que o usuário está menos exposto às sugestões de compras dadas pelos seus amigos, através do botão “Curtir”.

Foram entrevistados 1088 usuários do Facebook para obter os resultados listados. A pesquisa revela que três em cada quatro pessoas que regularmente fazem compras online, acabam clicando em links de produtos compartilhados por amigos ou que foram “curtidos” por eles no site de compras. Desses, mais da metade passou a comprar o que foi recomendado por seus amigos no Facebook. Os especialistas da Sociable Labs chamam esse processo de influência de “prova social”, onde os consumidores são atraídos aos produtos com base nas opiniões obtidas em comunidades online.

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/04/curtidas-influenciam-compras-por-impulso-de-usuarios-do-facebook.html
 

Logística reversa eficaz em cinco atitudes

22/02/2012

A logística do e-commerce é muito discutida atualmente e, por mais que se fale em entregas de encomendas, há sempre o que discutir e rever sobre o assunto. Isso porque um processo logístico eficiente é muito cobrado das empresas virtuais, pelos próprios consumidores adeptos do comércio eletrônico.

Ao se tratar, especificamente, de logística reversa há muito a ser analisado, pois apesar de ser bom para o cliente (afinal receberá outro produto, caso o seu esteja com algum problema), e bom para o lojista (que terá a oportunidade de provar ser uma empresa comprometida), ninguém quer passar pelos transtornos de realizar um processo logístico ao contrário. No entanto, é preciso estar sempre preparado.

Fazendo essas considerações, separamos algumas atitudes que, certamente, serão úteis na preparação de uma logística reversa mais eficaz, quando esta se fizer necessário:

1. Faça um atendimento de primeira. Não passe a tratar o cliente com desprezo quando o mesmo solicitar que o produto seja trocado ou devolvido para a loja. Lembre-se que falhas acontecem e que o consumidor tem o direito de fazer essa solicitação segundo o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. Portanto, atenda bem, acalme o cliente, analise o caso e trace os próximos procedimentos;

2. Tenha uma equipe preparada para reverter a situação. Na web, a velocidade das ações é fundamental, por isso, é importante contar com pessoas preparadas para receber tais solicitações e providenciar o processo de troca/devolução de maneira rápida e profissional. Pois, tanto a logística tradicional quanto a reversa engloba níveis de serviço, armazenagem, transporte, estoque, fluxo de materiais e sistema de informação;

3. Providencie pontos de troca. Para lojas virtuais que possuem filiais físicas ou conveniadas, é interessante oferecer a possibilidade de o cliente entrar em contato com um ponto de troca mais próximo, para realizar a troca por um novo produto ou fazer a devolução do mesmo, facilitando o processo logístico e tornando-o mais rápido;

4. Combine as condições de entrega. Um processo já adotado por algumas empresas virtuais é combinar a retirada do produto em uma data programada e enviar o outro item para que seja entregue no ato da retirada do primeiro. Dessa forma, uni-se o fluxo logístico de entrega com a logística reversa;

5. Foque a satisfação do consumidor. Além de a concorrência ser grande nas vendas virtuais, uma falha pode representar um motivo justo para o cliente mudar de loja. Por isso, ao receber a solicitação de troca ou devolução é preciso ter o foco na satisfação do cliente, ou seja, ser eficiente ao ponto de o consumidor reconhecer que sua loja é realmente comprometida e responsável ao solucionar um problema.

Empresas online que não possuem um processo logístico reverso bem elaborado perdem clientes pela falta de uma solução ao lidar com situações inesperadas. Na mesma proporção, preparar a loja virtual para atender solicitações de troca e devoluções quando preciso, faz com que a organização conquiste mais credibilidade e reconhecimento no comércio eletrônico.

A Responsabilidade Social como parte estratégica do seu negócio

29/11/2011

Se há alguns anos a responsabilidade social corporativa era confundida com ações assistenciais isoladas pontuais, hoje ela já é reconhecida nas grandes organizações como uma importante área estratégica: além contribuir significativamente para o desenvolvimento da sociedade, representa uma vantagem competitiva para a empresa.

Isso porque um projeto consistente de responsabilidade e governança corporativa proporciona à organização novas formas de aprendizado e conhecimento, pode ajudar a fomentar seu mercado de atuação, a criar diferenciais para que a empresa se destaque em mercados competitivos e também contribui para a construção positiva da imagem de sua marca.

No Brasil, sabemos das diversas limitações dos governos para atender os complexos problemas sociais do país. Portanto, a iniciativa privada e o terceiro setor desempenham um papel fundamental e têm como dever utilizar seus recursos e conhecimentos para buscar soluções para estes problemas.

No entanto, iniciar um projeto de responsabilidade social exige planejamento, pois alguns fatores são críticos para o sucesso. O primeiro passo é basear o plano de ações sociais onde está seu core business.

Ou seja, os projetos socialmente responsáveis têm de estar intimamente ligados ao seu negócio e área de atuação. Afinal, é onde sua empresa terá mais condições para, genuinamente, prestar uma contribuição significativa à sociedade, ao mesmo tempo em que busca obter um diferencial competitivo
para o negócio.

Também é fundamental fazer alianças com outras entidades empresas e organizações que possuam habilidades complementares às suas. Esta cooperação ajuda a tornar as ações mais ricas e abrangentes, pois cada um dos agentes colabora com diferentes ferramentas e conhecimentos.

Entre outros fatores críticos para o sucesso de um projeto de responsabilidade social corporativa estão o comprometimento da alta diretoria, a definição de metas concretas, a busca de resultados no longo prazo, e, claro, acreditar naquilo que está sendo construído.

Os valores éticos da organização também devem permear todas as ações assinadas por sua empresa.
Também é importante buscar o engajamento de seus stakeholders, como colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.

Avalie esses fatores quando estiver fazendo um planejamento na área de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. E saiba que é possível adotar uma maneira de fazer negócios, competitiva e estratégica, que também contribuirá para a melhoria das condições sociais e econômicas do país.

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/10/13/a-responsabilidade-social-como-parte-estrategica-do-seu-negocio/

Entendendo a nova geração

29/11/2011

Independentemente do seu negócio ser direcionado a um público jovem, este vídeo abaixo deve ser assistido com certa atenção. Simplesmente porque ele sintetiza muitos dados obtidos por meio de pesquisas e processos empíricos o que representou para o mundo os Baby Boomers (hoje cinquentões), a Geração X (trintões) e, mais detalhadamente, a atual Juventude Global.

Com valores e formas de consumir, digerir e disseminar informação completamente diferentes das dos seus antecessores, eles são os mais facilmente adaptáveis às rápidas transformações sociais e tecnológicas que vemos hoje. Entender esse público, como pensam, consomem e suas expectativas é o primeiro passo para não ficar para trás na história. Inclusive quando o assunto é vendas pela internet.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/18/entendendo-a-nova-geracao/

Derrubando alguns mitos do E-commerce

29/11/2011

Criar uma loja online que funcione com simplicidade e eficiência não é fácil: exige esforço, disciplina, investimento (de energia e capital) e um constante acompanhamento. Levantamos aqui alguns pontos que normalmente são encarados como verdades absolutas por alguns empresários, mas que na realidade escondem uma nuvem de interpretações errôneas.

Planejamento é só para grandes empresas – Um dos maiores mitos relacionados ao ecommerce é a concepção de que identificar problemas e apresentar soluções com antecedência, criar metas e direcionamentos é apenas para lojas de grande porte. Acredite, por mais genial que a sua ideia seja, ela precisa ser submetida a uma bateria de perguntas e testes antes de sair do papel. Por exemplo: quem é o seu público-alvo? Quem são seus concorrentes? Como eles atuam? Como o seu negócio vai se diferenciar? Por que as pessoas comprariam (ou não) seu produto ou serviço? Pesquise, dedique tempo e paciência, e documente suas conclusões. Essa referência tem de ser a base para qualquer ação posterior.

“Vou começar com uma plataforma qualquer e depois deixo tudo mais profissional” - Pouquíssimas lojas sobrevivem a essa ideia mais do que alguns meses. Uma plataforma de ecommerce precária, sem garantias de segurança ou funcionalidades que possibilitem a você acompanhar a evolução do seu negócio, é um atestado de óbito para o projeto. Se ainda não conseguiu captar o investimento necessário, dedique mais energia a isso e só então contrate uma plataforma reconhecida e adequada às suas necessidades.

Segurança é cara e não precisa ser prioridade no começo - Esse é o barato que sai caro. Quando você economiza em segurança, não imagina quantos fraudadores podem se aproveitar disso (roubo de dados financeiros é só uma das possibilidades) e quantos clientes vão perceber que não podem confiar no site e vão sair dali antes mesmo de concluir qualquer compra.

Esses são apenas três dos enganos mais comuns cometidos por quem está embarcando pela primeira vez na “aventura” de abrir um negócio online. E a mensagem final é justamente essa: seu projeto não deve ser uma aventura, ele tem ser baseado em fundamentos sólidos, testes e profissionalismo. Do contrário, pode ser um grande desperdício de capital e tempo.

Para você que ainda tem dúvidas, criamos o site Empreendedor Digital, que tem o objetivo de ser uma referência para novos empreendedores online, fornecendo informações estruturadas e didáticas sobre as principais variáveis de gestão de uma loja operando no Comércio Eletrônico.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/10/27/derrubando-alguns-mitos-do-e-commerce/

Redes sociais: oportunidade ou moda?

29/11/2011

A adoção de estratégias de marketing em mídias sociais e os investimentos nessa modalidade têm crescido no mundo todo. Segundo o CMO Survey (http://cmosurvey.org/), de fevereiro deste ano, só nos Estados Unidos, em 2010, o aumento na verba destinada a mídias sociais pelas grandes marcas foi de 5,6%, contra 3,5% em 2009.

Mas o mesmo estudo revela que menos de 1% das visitas aos sites dos principais players do ecommerce daquele país veio das mídias sociais. O que levanta uma dúvida: o capital investido é cada vez maior, mas será que a eficiência é garantida?

A resposta ainda é, de certa forma, nebulosa. Na verdade, um outro estudo (“State of Retail Online 2011”), divulgado pelo Shop.org (www.shop.org), indica que 62% dos varejistas entrevistados não conseguem avaliar a efetividade do uso das mídias sociais.

Entretanto, há muitos sinais de que as mídias sociais são, de fato, o canal de comunicação online preferido por adolescentes. Segundo pesquisa da ComScore, a diminuição do uso do email por usuários entre 12 e 17 anos foi de quase 60%). Lembrando que, em poucos anos, eles serão os novos consumidores.

Outro dado importante é o avanço do Facebook nos índices que medem as horas navegadas na internet. Por conta disso, o montante publicitário investido só nesse canal cresceu 11% nos EUA, que é o maior aumento registrado em todos os veículos de divulgação online.

O que concluir disso tudo? Que as mídias sociais têm, sim, um potencial inegável e ainda inexplorado. Porém, definir objetivos básicos para cada estratégia (SAC, vendas, informação, construção de marca, fidelização, etc.) é o primeiro passo para um bom planejamento para o seu negócio.

O PayPal trouxe esta discussão em sua webconference realizada em 26/10 e, se você perdeu, pode ouvi-la em payp.al/webconference.

PayPal faz acordo com os Correios para atender pequenas empresas

29/11/2011

A subsidiária brasileira do PayPal, serviço de pagamentos on-line pertencente à companhia de comércio eletrônico americana eBay, fechou um acordo com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) para atender lojas virtuais de pequeno porte e tentar ampliar a sua rede de clientes no país, atualmente estimada em 30 mil varejistas.

“A meta é atingir mais de 50 mil clientes com esse serviço”, afirma Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Ele estima que o mercado de lojas virtuais no Brasil varie entre 250 mil e 300 mil.

Como resultado do acordo, o PayPal e os Correios lançaram um serviço de frete, que foi implementado pela Fast Solutions, agência franqueada da ECT. O serviço permite ao pequeno empresário que tem conta no PayPal obter descontos de 30% no serviço de Sedex. É considerada pequena a companhia que efetua até mil entregas por mês. Com o desconto, essas lojas virtuais passam a ter o mesmo custo de distribuição das grandes redes, o que pode tornar a sua operação mais competitiva, diz Mello.

Atualmente, os Correios mantêm tabelas de preços diferentes para pequenas e grandes empresas, que variam conforme o volume de encomendas distribuídas. O preço médio de um Sedex para a pequena empresa é de R$ 10. “As pequenas fazem vendas no valor médio de R$ 40 a R$ 50. Esse desconto faz diferença”, diz Mello.

Com o acordo, o PayPal passa a atuar como uma espécie de empresa de compras coletivas, ao consolidar os pedidos dos clientes em um único lote de compras de grande porte com os Correios, observa Mello. “Já somos um atacadista em pagamentos, por que não consolidar pagamentos no segmento de entregas?”, questiona.

O PayPal abriu sua subsidiária no Brasil em maio de 2010 e, desde então, tem feito parcerias com grandes empresas para acelerar seu processo de crescimento no país. Os primeiros acordos foram fechados com as empresas de hospedagem de sites Locaweb e Terra. No fim do ano passado, ela fez parceria com a operadora Vivo, para popularizar o seu sistema de pagamento móvel.

De acordo com Mello, os serviços de pagamentos por celular devem chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2012, com versões para iPhone (da Apple), BlackBerry (da Research In Motion) e Android (sistema operacional do Google). O serviço deve ser ofertado para 58,4 milhões de clientes da Vivo, o que pode multiplicar em quase 20 vezes o número de consumidores atendidos atualmente pelo PayPal, estimados em 5 milhões.

O PayPal também fechou acordos globais que indiretamente devem contribuir para incrementar o número de usuários no Brasil, observa Mello. Em agosto, a companhia anunciou uma parceria com o Yahoo na área de publicidade. As empresas que querem aumentar a audiência dos seus sites usam o serviço do PayPal para comprar links patrocinados no Yahoo. Em outubro, a companhia fez acordo com a Microsoft para que os usuários do console de jogos XBox 360 possam usar o sistema de pagamentos do PayPal no console.

“Em um ano e meio de operações, saímos de zero para 30 mil empresas, 3 milhões de clientes e 100 funcionários no Brasil”, contabiliza Mello. Com esses resultados, o PayPal alcançou 10% de participação no mercado brasileiro de pagamento on-line.

No país, a empresa cresce acima de 100% ao ano, ante uma taxa de dois dígitos no mundo. A subsidiária é atualmente a 15ª maior do PayPal. A meta da companhia é torná-la a 5ª maior operação, “em alguns anos”. O PayPal não divulga dados de projeção de receita para o ano. Em 2010, a companhia movimentou US$ 92 bilhões em compras. No mundo, o PayPal tem 100 milhões de contas ativas.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/09/paypal-faz-acordo-com-os-correios-para-atender-pequenas-empresas/

Você sabe o que a sua plataforma de ecommerce tem que ter?

29/11/2011

Depois de todos os questionamentos sobre que produtos vender, onde, como, para quem, e de fazer todas as análises de mercado que você podia, vem normalmente a pergunta: o que a minha plataforma de ecommerce tem que ter, afinal? Não é fácil escolher, mas fique atento para alguns requisitos básicos:

Hospedagem – o banco de dados da sua loja e o site esterão hospedados em algum servidor. Sua plataforma deve contemplar isso.

Aplicativo e-commerce – é basicamente onde a compra é feita. Esse aplicativo engloba do layout até a efetivação do pedido.

Checkout – ponto nevrálgico: a oferta das formas de pagamento. Certifique-se de que a sua plataforma aceita PayPal.

Cadastro de produtos – ambiente de armazenamento de toda as informações sobre definições, imagens, especificações, condições de pagamentos, relacionados aos itens de venda.

Cadastro dos clientes – banco de dados de clientes compradores ou interessados na loja.

Cadastro de pedidos – indexação própria com identificação do seu comprador.

Análise de pedidos – manual que certifica sua venda contra fraudes. Acesse Proteção ao Vendedor para mais informações.

SAC (Suporte ao Atendimento do Cliente) – Você precisa dar o máximo de atenção ao seu cliente, especialmente abrindo canais de expressão com sua audiência.

Marketing e Performance – ferramentas que permitam acompanhar a performance do site.

Com esses itens em mente, você pode mais tranquilamente pesquisar que solução adotar para o seu negócio. Muitas plataformas são customizáveis e se adaptam melhor às suas necessidades, outras são padronizadas e servem especificamente para alguns modelos de negócio. Esgote todas as possibilidades disponíveis. Não é fácil, mas agora, pelo menos, você já sabe por onde começar.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/16/voce-sabe-o-que-a-sua-plataforma-de-ecommerce-tem-que-ter/

Pagamento móvel deve triplicar em 2011

29/11/2011

O mercado de pagamento digital feito em dispositivos móveis (especialmente celulares) por meio da ferramenta PayPal, do grupo eBay, será de 2 bilhões de dólares, três vezes maior do que no ano passado, quando estreou no país.

O CEO do eBay, John Donahoe está no país para conversas com bancos, pequenos varejistas, empreendedores e a equipe de 20 funcionários no país, porque identificou que a taxa de o crescimento do comércio eletrônico no país, de 40%, é a mais alta do mundo. “O Brasil tem o quinto maior mercado de ecommerce e, associado ao rápido crescimento, faz com que seja a nossa prioridade número um”, diz.

No ano passado, o PayPal no Brasil tinha 1,5 milhões de clientes no país e movimentou 750 milhões de dólares. Até abril deste ano, o número de clientes saltou para 2,5 milhões (entre eles 200 mil pequenos varejistas oferecem o PayPal como meio de pagamento). Se a meta for atingida, o número será igual ao valor movimentado pelo eBay no mundo no ano passado.

Donahoe está animado com a operação no Brasil. “A responsabilidade de Mario Mello, o nosso presidente e o maior investimento que fizemos para começar a operação no país, é mostrar aos clientes brasileiros como é fácil e seguro usar o PayPal”, diz. A expectativa é que a equipe da empresa localmente cresça para 100 funcionários até o final do ano.

Para isso, Mello está trabalhando para oferecer o pagamento digital associado a contas correntes no país. Atualmente, o pagamento é feito com as bandeiras de cartão de crédito Visa e, há poucos dias, com Mastercard.

Outra frente de negócios de destaque para Donahoe é o pagamento por meio do celular. Durante uma demonstração, o executivo adquiriu uma camiseta de time de futebol brasileiro de um vendedor do Rio de Janeiro via eBay, com apenas três cliques. “E a entrega será feita no meu endereço lá nos Estados Unidos”, diz. Exemplos como esse devem ser cada vez mais comuns, inclusive para compra de itens adquiridos instantaneamente, como um café. “Em 12 ou 18 meses teremos finalmente mais casos de pagamento pelo celular, em grandes e pequenos varejistas de todo o mundo e não só exemplos pontuais como em Tóquio ou nas Filipinas”, diz.

No Brasil, os testes ainda estão direcionados a itens virtuais. Com a operadora de telefonia Vivo, o PayPal está desenvolvendo um sistema para a compra de créditos pelo telefone, inclusive os modelos GSM, mais comuns no país.
 

fonte: https://www.paypal-brasil.com.br/blog/?p=41

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