Brasileiros estão entre os que mais gastam sua renda através do e-commerce
01/05/2012
Consumidores brasileiros gastam em média 27% de sua renda disponível em compras pela web, à frente da média global (23%), segundo uma pesquisa realizada pela WorldPay em 15 países. A Índia foi o país que apresentou a maior proporção, com uma média de 33% da renda disponível destinada a sites de e-commerce, seguida pela China (31%), Reino Unido (25%) e Estados Unidos (23%). Em relação ao Brasil, 8% dos entrevistados – que para participar da pesquisa deveriam ter realizado ao menos uma compra on-line nos últimos seis meses – afirmam que já chegou a gastar até mais da metade de sua renda disponível em compras pela Internet. O Reino Unido é o país que apresenta o maior índice neste quesito (11%), sendo que a média dos entrevistados globais é de 7%.
O estudo da WorldPay fez uma análise sobre o comportamento dos compradores desde o início da recessão mundial, e mostrou que 63% dos consumidores da China estão realizando mais compras online, contra apenas 5% que relatam ter diminuído seus gastos. Este crescimento líquido de 58% superou por uma grande margem o índice da segunda colocada, a Índia, que obteve um percentual de 30% neste mesmo índice (45% x 15%). No Brasil, 39% dos compradores afirmam gastar mais em compras online desde a crise, contra 19% que afirmaram ter gastado menos, o que gera um crescimento líquido de 20%.
O forte crescimento dos gastos dos consumidores chineses condiz com os resultados de uma outra pesquisa apresentada pela Translated (Clique aqui para ler), a qual mostrou um índice estatístico que determina a participação dos países no mercado online através da combinação entre o PIB per capita e a total de usuários de internet. Esta pesquisa prevê que embora o mercado de e-commerce dos Estados Unidos tenha sido o dobro do chinês em 2011 (24,4% x 11,5%), até 2015 as posições devem se inverter (16,8% para os Estados Unidos contra 18,8% para a China).
Maioria das compras são realizadas à tarde e à noite
Os dados do “Global Online ShopperReport” da WorldPay ainda mostram que a maior parte das compras online (44%) acontece entre às 18:00 e a meia-noite, com o pico às 20:40; 30% ocorrem à tarde, entre o meio-dia e às 18:00; 16% na parte da manhã, das 6:00 ao meio-dia, e os 10% restantes na madrugada, da meia-noite às 06:00.
A pesquisa também revela que a maioria das transações (95%) é realizada na casa dos consumidores, sendo os cômodos mais comuns a sala de estar (54%), o quarto (43%) e o escritório (43%).
Outros dados importantes:
Quase 30% dos e-consumidores entrevistados afirmam realizar suas compras enquanto estão no ambiente de trabalho. Além disso, 8% revelam ter comprado durante os feriados, enquanto 7% diz ter feito o mesmo em cafés, pubs, bares ou restaurantes, e 6% na faculdade ou universidade, no carro ou até mesmo em lojas físicas.
Proporção considerável de entrevistados afirma realizar diversas atividades enquanto compram pela internet, fato que torna ainda mais difícil para os comerciantes reter sua atenção. Do total, 46% relataram assistir televisão; 42% escutar música; 31% navegar em sites de mídias sociais (redes sociais / blogs); 29% conversam com amigos e familiares e outros 21% afirmam prestar atenção no rádio durante o processo de compra.
Mais de um terço dos consumidores que compram frequentemente (aqueles que gastaram 30% ou mais de sua renda disponível comprando online em 2011) realizou transações pela internet utilizando um smartphone. O mesmo quesito apresentou um percentual de 17% entre os “consumidores moderados” (que gastaram entre 10 e 30% de suas rendas disponíveis online). O primeiro grupo também é mais propenso a comprar através de tablets (23% x 9%). Do total, 5% afirmam ter realizado compras através de uma smart TV.
Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/brasileiros-estao-entre-os-que-mais-gastam-sua-renda-atraves-do-e-commerce/
7 dicas para obter sucesso no e-commerce
30/04/2012
Há lojas virtuais que ao iniciarem seus projetos, o fazem sem planejamento e sem estabelecer perspectivas. Dessa forma, o sucesso além de não poder ser mensurado acaba por, fatalmente, não ser alcançado.
Na maioria das vezes as questões que deixam os lojistas desmotivados quanto ao sucesso do seu empreendimento, giram em torno de situações cotidianas do mercado virtual, como logística, reclamações de clientes e problemas de comunicação; tais situações seriam trabalhadas facilmente com um planejamento bem desenvolvido.
Nesse sentido, visando aperfeiçoar o desenvolvimento de sua loja virtual, há 7 caminhos que, bem trilhados, podem direcionar seu e-commerce ao sucesso. Veja:
1. Liderança para o projeto
Para o seu empreendimento obter sucesso é necessário que o lojista tenha visão e aspire sucesso. Não adianta ter todas as situações técnicas favoráveis, se o lado humano da loja virtual não almeja crescimento. Portanto, o lojista deve desejar que seu empreendimento cresça e motive seus colaboradores a trabalharem com o mesmo foco.
2. Estratégias bem estabelecidas
Para uma loja virtual de sucesso é importante que todas as estratégias sejam devidamente estabelecidas, levando em consideração fatores como informações de clientes, mercado, segmento, fornecedores, colaboradores, prestação de serviços, marketing e divulgação, vendas online e processo logístico. Em seguida, é preciso elaborar planos de ação, visando as condições de investimento e as expectativas de retorno.
3. Foco nos clientes
Tenha em seu cadastro de clientes informações sobre os mesmos que possam te auxiliar no momento de lidar com suas preferências e necessidades. Dessa forma, as ações voltadas à conquista e fidelização desse consumidor será muito mais eficaz, justamente pelo aspecto personalizado da mesma. Também é importante saber ouvir e falar com cada tipo de cliente. Para entender o seu cliente, clique aqui.
4. Informações organizadas
Defina e organize todas as informações relevantes da empresa, como normas de conduta, procedimentos de cada departamento, rotinas de trabalho, verificação de pagamentos, pedidos, etc. Sugerimos, nesse caso, que desenvolva um manual de procedimentos internos para que todas as informações estejam acessíveis e centralizadas.
5. Divisão de tarefas
Defina as tarefas de cada colaborador e de cada departamento da empresa, bem como promova a sinergia da equipe. Com o desenvolvimento do manual de procedimentos sugerido, todos os colaboradores de seu empreendimento podem ter a mesma base de aprendizado sobre os objetivos diários de trabalho.
6. Domínio do processo
O lojista deve ter domínio de todos os processos operados em sua loja virtual. Ainda que não exerça, é importante estar a par e entender todos os procedimentos, desde a visita do cliente à loja virtual até o contato de pós-venda. Dessa forma, a visão do lojista quanto aos próximos investimentos e melhorias será ampliada.
7. Controle do crescimento
Como dito inicialmente, sem planejamento e perspectiva o sucesso não pode ser mensurado nem alcançado. Nesse sentido, é imprescindível que o estabelecido como meta seja constantemente medido e avaliado para saber se os resultados são positivos ou negativos. Ao obter bons resultados, o lojista também precisa ter controle do crescimento de seu empreendimento, justamente, para determinar a expansão das fronteiras de sua loja virtual.
Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2012/04/26/7-dicas-para-obter-sucesso-no-e-commerce
Curtidas influenciam compras por impulso de usuários do Facebook
30/04/2012
Uma pesquisa realizada pela Sociable Labs, empresa especializada em marketing online, revelou que os usuários do Facebook são fortemente influenciados a fazer compras por impulso, baseados nas curtidas de seus contatos na rede social.

O estudo feito pela empresa detectou que quanto menos tempo o usuário fica conectado na rede social de Mark Zuckerberg, maior é a quantidade de dinheiro a ser economizada, uma vez que o usuário está menos exposto às sugestões de compras dadas pelos seus amigos, através do botão “Curtir”.
Foram entrevistados 1088 usuários do Facebook para obter os resultados listados. A pesquisa revela que três em cada quatro pessoas que regularmente fazem compras online, acabam clicando em links de produtos compartilhados por amigos ou que foram “curtidos” por eles no site de compras. Desses, mais da metade passou a comprar o que foi recomendado por seus amigos no Facebook. Os especialistas da Sociable Labs chamam esse processo de influência de “prova social”, onde os consumidores são atraídos aos produtos com base nas opiniões obtidas em comunidades online.
Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/04/curtidas-influenciam-compras-por-impulso-de-usuarios-do-facebook.html
Logística reversa eficaz em cinco atitudes
22/02/2012
A logística do e-commerce é muito discutida atualmente e, por mais que se fale em entregas de encomendas, há sempre o que discutir e rever sobre o assunto. Isso porque um processo logístico eficiente é muito cobrado das empresas virtuais, pelos próprios consumidores adeptos do comércio eletrônico.
Ao se tratar, especificamente, de logística reversa há muito a ser analisado, pois apesar de ser bom para o cliente (afinal receberá outro produto, caso o seu esteja com algum problema), e bom para o lojista (que terá a oportunidade de provar ser uma empresa comprometida), ninguém quer passar pelos transtornos de realizar um processo logístico ao contrário. No entanto, é preciso estar sempre preparado.
Fazendo essas considerações, separamos algumas atitudes que, certamente, serão úteis na preparação de uma logística reversa mais eficaz, quando esta se fizer necessário:
1. Faça um atendimento de primeira. Não passe a tratar o cliente com desprezo quando o mesmo solicitar que o produto seja trocado ou devolvido para a loja. Lembre-se que falhas acontecem e que o consumidor tem o direito de fazer essa solicitação segundo o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. Portanto, atenda bem, acalme o cliente, analise o caso e trace os próximos procedimentos;
2. Tenha uma equipe preparada para reverter a situação. Na web, a velocidade das ações é fundamental, por isso, é importante contar com pessoas preparadas para receber tais solicitações e providenciar o processo de troca/devolução de maneira rápida e profissional. Pois, tanto a logística tradicional quanto a reversa engloba níveis de serviço, armazenagem, transporte, estoque, fluxo de materiais e sistema de informação;
3. Providencie pontos de troca. Para lojas virtuais que possuem filiais físicas ou conveniadas, é interessante oferecer a possibilidade de o cliente entrar em contato com um ponto de troca mais próximo, para realizar a troca por um novo produto ou fazer a devolução do mesmo, facilitando o processo logístico e tornando-o mais rápido;
4. Combine as condições de entrega. Um processo já adotado por algumas empresas virtuais é combinar a retirada do produto em uma data programada e enviar o outro item para que seja entregue no ato da retirada do primeiro. Dessa forma, uni-se o fluxo logístico de entrega com a logística reversa;
5. Foque a satisfação do consumidor. Além de a concorrência ser grande nas vendas virtuais, uma falha pode representar um motivo justo para o cliente mudar de loja. Por isso, ao receber a solicitação de troca ou devolução é preciso ter o foco na satisfação do cliente, ou seja, ser eficiente ao ponto de o consumidor reconhecer que sua loja é realmente comprometida e responsável ao solucionar um problema.
Empresas online que não possuem um processo logístico reverso bem elaborado perdem clientes pela falta de uma solução ao lidar com situações inesperadas. Na mesma proporção, preparar a loja virtual para atender solicitações de troca e devoluções quando preciso, faz com que a organização conquiste mais credibilidade e reconhecimento no comércio eletrônico.
A Responsabilidade Social como parte estratégica do seu negócio
29/11/2011
Se há alguns anos a responsabilidade social corporativa era confundida com ações assistenciais isoladas pontuais, hoje ela já é reconhecida nas grandes organizações como uma importante área estratégica: além contribuir significativamente para o desenvolvimento da sociedade, representa uma vantagem competitiva para a empresa.
Isso porque um projeto consistente de responsabilidade e governança corporativa proporciona à organização novas formas de aprendizado e conhecimento, pode ajudar a fomentar seu mercado de atuação, a criar diferenciais para que a empresa se destaque em mercados competitivos e também contribui para a construção positiva da imagem de sua marca.
No Brasil, sabemos das diversas limitações dos governos para atender os complexos problemas sociais do país. Portanto, a iniciativa privada e o terceiro setor desempenham um papel fundamental e têm como dever utilizar seus recursos e conhecimentos para buscar soluções para estes problemas.
No entanto, iniciar um projeto de responsabilidade social exige planejamento, pois alguns fatores são críticos para o sucesso. O primeiro passo é basear o plano de ações sociais onde está seu core business.
Ou seja, os projetos socialmente responsáveis têm de estar intimamente ligados ao seu negócio e área de atuação. Afinal, é onde sua empresa terá mais condições para, genuinamente, prestar uma contribuição significativa à sociedade, ao mesmo tempo em que busca obter um diferencial competitivo
para o negócio.
Também é fundamental fazer alianças com outras entidades empresas e organizações que possuam habilidades complementares às suas. Esta cooperação ajuda a tornar as ações mais ricas e abrangentes, pois cada um dos agentes colabora com diferentes ferramentas e conhecimentos.
Entre outros fatores críticos para o sucesso de um projeto de responsabilidade social corporativa estão o comprometimento da alta diretoria, a definição de metas concretas, a busca de resultados no longo prazo, e, claro, acreditar naquilo que está sendo construído.
Os valores éticos da organização também devem permear todas as ações assinadas por sua empresa.
Também é importante buscar o engajamento de seus stakeholders, como colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.
Avalie esses fatores quando estiver fazendo um planejamento na área de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. E saiba que é possível adotar uma maneira de fazer negócios, competitiva e estratégica, que também contribuirá para a melhoria das condições sociais e econômicas do país.
fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/10/13/a-responsabilidade-social-como-parte-estrategica-do-seu-negocio/