PayPal faz acordo com os Correios para atender pequenas empresas

29/11/2011

A subsidiária brasileira do PayPal, serviço de pagamentos on-line pertencente à companhia de comércio eletrônico americana eBay, fechou um acordo com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) para atender lojas virtuais de pequeno porte e tentar ampliar a sua rede de clientes no país, atualmente estimada em 30 mil varejistas.

“A meta é atingir mais de 50 mil clientes com esse serviço”, afirma Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Ele estima que o mercado de lojas virtuais no Brasil varie entre 250 mil e 300 mil.

Como resultado do acordo, o PayPal e os Correios lançaram um serviço de frete, que foi implementado pela Fast Solutions, agência franqueada da ECT. O serviço permite ao pequeno empresário que tem conta no PayPal obter descontos de 30% no serviço de Sedex. É considerada pequena a companhia que efetua até mil entregas por mês. Com o desconto, essas lojas virtuais passam a ter o mesmo custo de distribuição das grandes redes, o que pode tornar a sua operação mais competitiva, diz Mello.

Atualmente, os Correios mantêm tabelas de preços diferentes para pequenas e grandes empresas, que variam conforme o volume de encomendas distribuídas. O preço médio de um Sedex para a pequena empresa é de R$ 10. “As pequenas fazem vendas no valor médio de R$ 40 a R$ 50. Esse desconto faz diferença”, diz Mello.

Com o acordo, o PayPal passa a atuar como uma espécie de empresa de compras coletivas, ao consolidar os pedidos dos clientes em um único lote de compras de grande porte com os Correios, observa Mello. “Já somos um atacadista em pagamentos, por que não consolidar pagamentos no segmento de entregas?”, questiona.

O PayPal abriu sua subsidiária no Brasil em maio de 2010 e, desde então, tem feito parcerias com grandes empresas para acelerar seu processo de crescimento no país. Os primeiros acordos foram fechados com as empresas de hospedagem de sites Locaweb e Terra. No fim do ano passado, ela fez parceria com a operadora Vivo, para popularizar o seu sistema de pagamento móvel.

De acordo com Mello, os serviços de pagamentos por celular devem chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2012, com versões para iPhone (da Apple), BlackBerry (da Research In Motion) e Android (sistema operacional do Google). O serviço deve ser ofertado para 58,4 milhões de clientes da Vivo, o que pode multiplicar em quase 20 vezes o número de consumidores atendidos atualmente pelo PayPal, estimados em 5 milhões.

O PayPal também fechou acordos globais que indiretamente devem contribuir para incrementar o número de usuários no Brasil, observa Mello. Em agosto, a companhia anunciou uma parceria com o Yahoo na área de publicidade. As empresas que querem aumentar a audiência dos seus sites usam o serviço do PayPal para comprar links patrocinados no Yahoo. Em outubro, a companhia fez acordo com a Microsoft para que os usuários do console de jogos XBox 360 possam usar o sistema de pagamentos do PayPal no console.

“Em um ano e meio de operações, saímos de zero para 30 mil empresas, 3 milhões de clientes e 100 funcionários no Brasil”, contabiliza Mello. Com esses resultados, o PayPal alcançou 10% de participação no mercado brasileiro de pagamento on-line.

No país, a empresa cresce acima de 100% ao ano, ante uma taxa de dois dígitos no mundo. A subsidiária é atualmente a 15ª maior do PayPal. A meta da companhia é torná-la a 5ª maior operação, “em alguns anos”. O PayPal não divulga dados de projeção de receita para o ano. Em 2010, a companhia movimentou US$ 92 bilhões em compras. No mundo, o PayPal tem 100 milhões de contas ativas.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/09/paypal-faz-acordo-com-os-correios-para-atender-pequenas-empresas/

Você sabe o que a sua plataforma de ecommerce tem que ter?

29/11/2011

Depois de todos os questionamentos sobre que produtos vender, onde, como, para quem, e de fazer todas as análises de mercado que você podia, vem normalmente a pergunta: o que a minha plataforma de ecommerce tem que ter, afinal? Não é fácil escolher, mas fique atento para alguns requisitos básicos:

Hospedagem – o banco de dados da sua loja e o site esterão hospedados em algum servidor. Sua plataforma deve contemplar isso.

Aplicativo e-commerce – é basicamente onde a compra é feita. Esse aplicativo engloba do layout até a efetivação do pedido.

Checkout – ponto nevrálgico: a oferta das formas de pagamento. Certifique-se de que a sua plataforma aceita PayPal.

Cadastro de produtos – ambiente de armazenamento de toda as informações sobre definições, imagens, especificações, condições de pagamentos, relacionados aos itens de venda.

Cadastro dos clientes – banco de dados de clientes compradores ou interessados na loja.

Cadastro de pedidos – indexação própria com identificação do seu comprador.

Análise de pedidos – manual que certifica sua venda contra fraudes. Acesse Proteção ao Vendedor para mais informações.

SAC (Suporte ao Atendimento do Cliente) – Você precisa dar o máximo de atenção ao seu cliente, especialmente abrindo canais de expressão com sua audiência.

Marketing e Performance – ferramentas que permitam acompanhar a performance do site.

Com esses itens em mente, você pode mais tranquilamente pesquisar que solução adotar para o seu negócio. Muitas plataformas são customizáveis e se adaptam melhor às suas necessidades, outras são padronizadas e servem especificamente para alguns modelos de negócio. Esgote todas as possibilidades disponíveis. Não é fácil, mas agora, pelo menos, você já sabe por onde começar.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/16/voce-sabe-o-que-a-sua-plataforma-de-ecommerce-tem-que-ter/

Juntos por um clique

05/05/2011

Não há quem não conheça, não tenha ouvido falar ou mesmo não tenha usufruído das tentadoras ofertas dos sites de compras coletivas, a nova modalidade de e-commerce que consiste em vender produtos e serviços por um valor muito abaixo do mercado para um número mínimo pré-estabelecido de consumidores por oferta. O tempo limite para adquirir a oferta varia entre 24 horas e 48 horas após seu lançamento. Entretanto, se neste período não houver um número mínimo de pedidos, a oferta é cancelada.

Essa estratégia foi criada nos Estados Unidos por Andrew Mason, que lançou em novembro de 2008 o primeiro site de compra coletiva, o Groupon. Hoje, o site está presente em mais de 36 países e 1.000 cidades no mundo.

No Brasil, a compra coletiva on-line chegou em janeiro de 2010, com o lançamento do Peixe Urbano, dando início a uma importante fase do consumo brasileiro, que beneficiou tanto as empresas como o próprio consumidor.

Por serem adeptos ao universo virtual e a novas experiências de compra, os consumidores brasileiros aderiram rapidamente à estratégia, revolucionando os hábitos de consumo e a própria relação comercial com as empresas. Segundo a consultoria de comércio eletrônico It4cui, em 2011, o segmento deverá faturar entre R$30 milhões e R$50 milhões.

O segmento de compra coletiva é composto por fornecedores de pequeno e médio porte que comercializam, geralmente, bens de consumo não duráveis, como serviços de estética, fotografia, academia, hospedagem, petshop, refeições, entre outros. Os sites negociam com fornecedores a venda de algum artigo pelo menor preço possível e, a cada transação concluída, o site fica com uma comissão, que pode variar de 20% a 50% do valor total da venda. Já o usuário recebe um voucher para usar no estabelecimento dentro de um prazo pré-determinado.

Fonte: http://carreiraenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/31/artigo215373-2.asp

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