A Responsabilidade Social como parte estratégica do seu negócio

29/11/2011

Se há alguns anos a responsabilidade social corporativa era confundida com ações assistenciais isoladas pontuais, hoje ela já é reconhecida nas grandes organizações como uma importante área estratégica: além contribuir significativamente para o desenvolvimento da sociedade, representa uma vantagem competitiva para a empresa.

Isso porque um projeto consistente de responsabilidade e governança corporativa proporciona à organização novas formas de aprendizado e conhecimento, pode ajudar a fomentar seu mercado de atuação, a criar diferenciais para que a empresa se destaque em mercados competitivos e também contribui para a construção positiva da imagem de sua marca.

No Brasil, sabemos das diversas limitações dos governos para atender os complexos problemas sociais do país. Portanto, a iniciativa privada e o terceiro setor desempenham um papel fundamental e têm como dever utilizar seus recursos e conhecimentos para buscar soluções para estes problemas.

No entanto, iniciar um projeto de responsabilidade social exige planejamento, pois alguns fatores são críticos para o sucesso. O primeiro passo é basear o plano de ações sociais onde está seu core business.

Ou seja, os projetos socialmente responsáveis têm de estar intimamente ligados ao seu negócio e área de atuação. Afinal, é onde sua empresa terá mais condições para, genuinamente, prestar uma contribuição significativa à sociedade, ao mesmo tempo em que busca obter um diferencial competitivo
para o negócio.

Também é fundamental fazer alianças com outras entidades empresas e organizações que possuam habilidades complementares às suas. Esta cooperação ajuda a tornar as ações mais ricas e abrangentes, pois cada um dos agentes colabora com diferentes ferramentas e conhecimentos.

Entre outros fatores críticos para o sucesso de um projeto de responsabilidade social corporativa estão o comprometimento da alta diretoria, a definição de metas concretas, a busca de resultados no longo prazo, e, claro, acreditar naquilo que está sendo construído.

Os valores éticos da organização também devem permear todas as ações assinadas por sua empresa.
Também é importante buscar o engajamento de seus stakeholders, como colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.

Avalie esses fatores quando estiver fazendo um planejamento na área de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. E saiba que é possível adotar uma maneira de fazer negócios, competitiva e estratégica, que também contribuirá para a melhoria das condições sociais e econômicas do país.

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/10/13/a-responsabilidade-social-como-parte-estrategica-do-seu-negocio/

Entendendo a nova geração

29/11/2011

Independentemente do seu negócio ser direcionado a um público jovem, este vídeo abaixo deve ser assistido com certa atenção. Simplesmente porque ele sintetiza muitos dados obtidos por meio de pesquisas e processos empíricos o que representou para o mundo os Baby Boomers (hoje cinquentões), a Geração X (trintões) e, mais detalhadamente, a atual Juventude Global.

Com valores e formas de consumir, digerir e disseminar informação completamente diferentes das dos seus antecessores, eles são os mais facilmente adaptáveis às rápidas transformações sociais e tecnológicas que vemos hoje. Entender esse público, como pensam, consomem e suas expectativas é o primeiro passo para não ficar para trás na história. Inclusive quando o assunto é vendas pela internet.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/18/entendendo-a-nova-geracao/

Derrubando alguns mitos do E-commerce

29/11/2011

Criar uma loja online que funcione com simplicidade e eficiência não é fácil: exige esforço, disciplina, investimento (de energia e capital) e um constante acompanhamento. Levantamos aqui alguns pontos que normalmente são encarados como verdades absolutas por alguns empresários, mas que na realidade escondem uma nuvem de interpretações errôneas.

Planejamento é só para grandes empresas – Um dos maiores mitos relacionados ao ecommerce é a concepção de que identificar problemas e apresentar soluções com antecedência, criar metas e direcionamentos é apenas para lojas de grande porte. Acredite, por mais genial que a sua ideia seja, ela precisa ser submetida a uma bateria de perguntas e testes antes de sair do papel. Por exemplo: quem é o seu público-alvo? Quem são seus concorrentes? Como eles atuam? Como o seu negócio vai se diferenciar? Por que as pessoas comprariam (ou não) seu produto ou serviço? Pesquise, dedique tempo e paciência, e documente suas conclusões. Essa referência tem de ser a base para qualquer ação posterior.

“Vou começar com uma plataforma qualquer e depois deixo tudo mais profissional” - Pouquíssimas lojas sobrevivem a essa ideia mais do que alguns meses. Uma plataforma de ecommerce precária, sem garantias de segurança ou funcionalidades que possibilitem a você acompanhar a evolução do seu negócio, é um atestado de óbito para o projeto. Se ainda não conseguiu captar o investimento necessário, dedique mais energia a isso e só então contrate uma plataforma reconhecida e adequada às suas necessidades.

Segurança é cara e não precisa ser prioridade no começo - Esse é o barato que sai caro. Quando você economiza em segurança, não imagina quantos fraudadores podem se aproveitar disso (roubo de dados financeiros é só uma das possibilidades) e quantos clientes vão perceber que não podem confiar no site e vão sair dali antes mesmo de concluir qualquer compra.

Esses são apenas três dos enganos mais comuns cometidos por quem está embarcando pela primeira vez na “aventura” de abrir um negócio online. E a mensagem final é justamente essa: seu projeto não deve ser uma aventura, ele tem ser baseado em fundamentos sólidos, testes e profissionalismo. Do contrário, pode ser um grande desperdício de capital e tempo.

Para você que ainda tem dúvidas, criamos o site Empreendedor Digital, que tem o objetivo de ser uma referência para novos empreendedores online, fornecendo informações estruturadas e didáticas sobre as principais variáveis de gestão de uma loja operando no Comércio Eletrônico.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/10/27/derrubando-alguns-mitos-do-e-commerce/

Redes sociais: oportunidade ou moda?

29/11/2011

A adoção de estratégias de marketing em mídias sociais e os investimentos nessa modalidade têm crescido no mundo todo. Segundo o CMO Survey (http://cmosurvey.org/), de fevereiro deste ano, só nos Estados Unidos, em 2010, o aumento na verba destinada a mídias sociais pelas grandes marcas foi de 5,6%, contra 3,5% em 2009.

Mas o mesmo estudo revela que menos de 1% das visitas aos sites dos principais players do ecommerce daquele país veio das mídias sociais. O que levanta uma dúvida: o capital investido é cada vez maior, mas será que a eficiência é garantida?

A resposta ainda é, de certa forma, nebulosa. Na verdade, um outro estudo (“State of Retail Online 2011”), divulgado pelo Shop.org (www.shop.org), indica que 62% dos varejistas entrevistados não conseguem avaliar a efetividade do uso das mídias sociais.

Entretanto, há muitos sinais de que as mídias sociais são, de fato, o canal de comunicação online preferido por adolescentes. Segundo pesquisa da ComScore, a diminuição do uso do email por usuários entre 12 e 17 anos foi de quase 60%). Lembrando que, em poucos anos, eles serão os novos consumidores.

Outro dado importante é o avanço do Facebook nos índices que medem as horas navegadas na internet. Por conta disso, o montante publicitário investido só nesse canal cresceu 11% nos EUA, que é o maior aumento registrado em todos os veículos de divulgação online.

O que concluir disso tudo? Que as mídias sociais têm, sim, um potencial inegável e ainda inexplorado. Porém, definir objetivos básicos para cada estratégia (SAC, vendas, informação, construção de marca, fidelização, etc.) é o primeiro passo para um bom planejamento para o seu negócio.

O PayPal trouxe esta discussão em sua webconference realizada em 26/10 e, se você perdeu, pode ouvi-la em payp.al/webconference.

PayPal faz acordo com os Correios para atender pequenas empresas

29/11/2011

A subsidiária brasileira do PayPal, serviço de pagamentos on-line pertencente à companhia de comércio eletrônico americana eBay, fechou um acordo com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) para atender lojas virtuais de pequeno porte e tentar ampliar a sua rede de clientes no país, atualmente estimada em 30 mil varejistas.

“A meta é atingir mais de 50 mil clientes com esse serviço”, afirma Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Ele estima que o mercado de lojas virtuais no Brasil varie entre 250 mil e 300 mil.

Como resultado do acordo, o PayPal e os Correios lançaram um serviço de frete, que foi implementado pela Fast Solutions, agência franqueada da ECT. O serviço permite ao pequeno empresário que tem conta no PayPal obter descontos de 30% no serviço de Sedex. É considerada pequena a companhia que efetua até mil entregas por mês. Com o desconto, essas lojas virtuais passam a ter o mesmo custo de distribuição das grandes redes, o que pode tornar a sua operação mais competitiva, diz Mello.

Atualmente, os Correios mantêm tabelas de preços diferentes para pequenas e grandes empresas, que variam conforme o volume de encomendas distribuídas. O preço médio de um Sedex para a pequena empresa é de R$ 10. “As pequenas fazem vendas no valor médio de R$ 40 a R$ 50. Esse desconto faz diferença”, diz Mello.

Com o acordo, o PayPal passa a atuar como uma espécie de empresa de compras coletivas, ao consolidar os pedidos dos clientes em um único lote de compras de grande porte com os Correios, observa Mello. “Já somos um atacadista em pagamentos, por que não consolidar pagamentos no segmento de entregas?”, questiona.

O PayPal abriu sua subsidiária no Brasil em maio de 2010 e, desde então, tem feito parcerias com grandes empresas para acelerar seu processo de crescimento no país. Os primeiros acordos foram fechados com as empresas de hospedagem de sites Locaweb e Terra. No fim do ano passado, ela fez parceria com a operadora Vivo, para popularizar o seu sistema de pagamento móvel.

De acordo com Mello, os serviços de pagamentos por celular devem chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2012, com versões para iPhone (da Apple), BlackBerry (da Research In Motion) e Android (sistema operacional do Google). O serviço deve ser ofertado para 58,4 milhões de clientes da Vivo, o que pode multiplicar em quase 20 vezes o número de consumidores atendidos atualmente pelo PayPal, estimados em 5 milhões.

O PayPal também fechou acordos globais que indiretamente devem contribuir para incrementar o número de usuários no Brasil, observa Mello. Em agosto, a companhia anunciou uma parceria com o Yahoo na área de publicidade. As empresas que querem aumentar a audiência dos seus sites usam o serviço do PayPal para comprar links patrocinados no Yahoo. Em outubro, a companhia fez acordo com a Microsoft para que os usuários do console de jogos XBox 360 possam usar o sistema de pagamentos do PayPal no console.

“Em um ano e meio de operações, saímos de zero para 30 mil empresas, 3 milhões de clientes e 100 funcionários no Brasil”, contabiliza Mello. Com esses resultados, o PayPal alcançou 10% de participação no mercado brasileiro de pagamento on-line.

No país, a empresa cresce acima de 100% ao ano, ante uma taxa de dois dígitos no mundo. A subsidiária é atualmente a 15ª maior do PayPal. A meta da companhia é torná-la a 5ª maior operação, “em alguns anos”. O PayPal não divulga dados de projeção de receita para o ano. Em 2010, a companhia movimentou US$ 92 bilhões em compras. No mundo, o PayPal tem 100 milhões de contas ativas.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/09/paypal-faz-acordo-com-os-correios-para-atender-pequenas-empresas/

Você sabe o que a sua plataforma de ecommerce tem que ter?

29/11/2011

Depois de todos os questionamentos sobre que produtos vender, onde, como, para quem, e de fazer todas as análises de mercado que você podia, vem normalmente a pergunta: o que a minha plataforma de ecommerce tem que ter, afinal? Não é fácil escolher, mas fique atento para alguns requisitos básicos:

Hospedagem – o banco de dados da sua loja e o site esterão hospedados em algum servidor. Sua plataforma deve contemplar isso.

Aplicativo e-commerce – é basicamente onde a compra é feita. Esse aplicativo engloba do layout até a efetivação do pedido.

Checkout – ponto nevrálgico: a oferta das formas de pagamento. Certifique-se de que a sua plataforma aceita PayPal.

Cadastro de produtos – ambiente de armazenamento de toda as informações sobre definições, imagens, especificações, condições de pagamentos, relacionados aos itens de venda.

Cadastro dos clientes – banco de dados de clientes compradores ou interessados na loja.

Cadastro de pedidos – indexação própria com identificação do seu comprador.

Análise de pedidos – manual que certifica sua venda contra fraudes. Acesse Proteção ao Vendedor para mais informações.

SAC (Suporte ao Atendimento do Cliente) – Você precisa dar o máximo de atenção ao seu cliente, especialmente abrindo canais de expressão com sua audiência.

Marketing e Performance – ferramentas que permitam acompanhar a performance do site.

Com esses itens em mente, você pode mais tranquilamente pesquisar que solução adotar para o seu negócio. Muitas plataformas são customizáveis e se adaptam melhor às suas necessidades, outras são padronizadas e servem especificamente para alguns modelos de negócio. Esgote todas as possibilidades disponíveis. Não é fácil, mas agora, pelo menos, você já sabe por onde começar.

 

fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/16/voce-sabe-o-que-a-sua-plataforma-de-ecommerce-tem-que-ter/

Pagamento móvel deve triplicar em 2011

29/11/2011

O mercado de pagamento digital feito em dispositivos móveis (especialmente celulares) por meio da ferramenta PayPal, do grupo eBay, será de 2 bilhões de dólares, três vezes maior do que no ano passado, quando estreou no país.

O CEO do eBay, John Donahoe está no país para conversas com bancos, pequenos varejistas, empreendedores e a equipe de 20 funcionários no país, porque identificou que a taxa de o crescimento do comércio eletrônico no país, de 40%, é a mais alta do mundo. “O Brasil tem o quinto maior mercado de ecommerce e, associado ao rápido crescimento, faz com que seja a nossa prioridade número um”, diz.

No ano passado, o PayPal no Brasil tinha 1,5 milhões de clientes no país e movimentou 750 milhões de dólares. Até abril deste ano, o número de clientes saltou para 2,5 milhões (entre eles 200 mil pequenos varejistas oferecem o PayPal como meio de pagamento). Se a meta for atingida, o número será igual ao valor movimentado pelo eBay no mundo no ano passado.

Donahoe está animado com a operação no Brasil. “A responsabilidade de Mario Mello, o nosso presidente e o maior investimento que fizemos para começar a operação no país, é mostrar aos clientes brasileiros como é fácil e seguro usar o PayPal”, diz. A expectativa é que a equipe da empresa localmente cresça para 100 funcionários até o final do ano.

Para isso, Mello está trabalhando para oferecer o pagamento digital associado a contas correntes no país. Atualmente, o pagamento é feito com as bandeiras de cartão de crédito Visa e, há poucos dias, com Mastercard.

Outra frente de negócios de destaque para Donahoe é o pagamento por meio do celular. Durante uma demonstração, o executivo adquiriu uma camiseta de time de futebol brasileiro de um vendedor do Rio de Janeiro via eBay, com apenas três cliques. “E a entrega será feita no meu endereço lá nos Estados Unidos”, diz. Exemplos como esse devem ser cada vez mais comuns, inclusive para compra de itens adquiridos instantaneamente, como um café. “Em 12 ou 18 meses teremos finalmente mais casos de pagamento pelo celular, em grandes e pequenos varejistas de todo o mundo e não só exemplos pontuais como em Tóquio ou nas Filipinas”, diz.

No Brasil, os testes ainda estão direcionados a itens virtuais. Com a operadora de telefonia Vivo, o PayPal está desenvolvendo um sistema para a compra de créditos pelo telefone, inclusive os modelos GSM, mais comuns no país.
 

fonte: https://www.paypal-brasil.com.br/blog/?p=41

Speed Lifan

02/11/2011

Com a evolução de novas marcas de veículos no mercado automobilístico brasileiro, surge uma marca consistente. A Lifan Motors com seus ideais e veículos que agradaram os brasileiros atraíram mais um investimento do grupo speed. Fundada a Speed Lifan a mais nova concessionária Lifan no sul do pais.

 

Nilson dos Santos

25/08/2011

Nilson dos Santos é advogado e atua em diversas áreas, o site tem como objetivo ajudar seus clientes na localização do escritório e disponibilizações de materiais restritos, facilitando a comunicação com seus clientes.

 

 

Brasil é o 3º país onde se faz mais compras pela internet

25/08/2011

Nunca se trabalhou tanto nos escritórios de vendas on-lines como em 2011. Enquanto a previsão de crescimento do PIB brasileiro não passa de 4%, empresários do comércio eletrônico esperam crescer 26% este ano.

Isso porque os 74 milhões de internautas brasileiros estão confiando mais na rede. Em 2011, 96% deles já fizeram alguma compra virtual, segundo uma pesquisa internacional.

O que fez o Brasil sair do 6º lugar em 2009 para o terceiro entre os países onde mais se faz compras on-line.

A maioria das empresas de comércio eletrônico tem um escritório pequeno, alguns computadores e os funcionários controlando as vendas feitas pela internet. Basicamente o que precisa é tecnologia e mão de obra. Mas é justamente na hora de encontrar profissionais qualificados que as empresas estão sentido mais dificuldade.

Uma empresa espanhola teve que adiar a abertura de lojas virtuais no Brasil por não encontrar a mão de obra certa.

“O nível de formação é muito baixo ou muito alto. Então a gente fica com uma falta de profissional nesse meio termo aí”, diz o diretor da MeQueDoUno, Eduardo Lara Corrêa.

A solução então é fisgar quem está no mercado pelo bolso. Um terço dos funcionários do setor ganha mais de R$ 5 mil.

“A gente vai à universidade atrás de quem quer fazer quem quer trabalhar com isso e quem acredita pra trazer o cara pra cá e treinar ele”, fala dono da MaxiStore, Eduardo Alberto.

O diretor de marketing da E-Bit, Alexandre Umberti, explica que o comércio eletrônico ainda tem muito a crescer. Mais de cem milhões de brasileiros ainda não estão na rede. Quem quer uma oportunidade na área precisa ter conhecimentos em logística, gestão financeira, marketing digital e técnicas de venda. Além disso, é importante estar atento às mudanças.

“Hoje a rede social que está na moda não é mais a mesma rede daqui a um ano ou dois. Então as lojas têm que mudar rapidamente as formas de divulgar, as formas que ele vai ter para encontrar e seduzir o consumidor, os melhores prazos e produtos”.

 

fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/08/brasil-e-o-3-pais-onde-se-faz-mais-compras-pela-internet.html

Comércio on-line fatura R$ 8,4 bi no semestre e bate recorde

16/08/2011

O comércio on-line brasileiro cresceu 24% no primeiro semestre de 2011 e alcançou um faturamento recorde de R$ 8,4 bilhões, de acordo com os dados da consultoria e-bit divulgados nesta terça-feira.

Até o fim do ano, a expectativa é que as vendas on-line atinjam R$ 18,7 bilhões de faturamento, um aumento de 18% em relação aos R$ 14,8 bilhões de receita obtidos em 2010. "Por conta do cenário econômico, acabamos reduzindo nossa previsão inicial de faturamento do início do ano de R$ 20 bilhões", afirmou Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.

O crescimento percentual no primeiro semestre, porém, é menor do que os 26% atingidos no ano passado. De acordo com Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, a baixa tem conexão com o perfil de vendas de 2010, quando a venda de televisores, que tem maior valor, foi impulsionada pela Copa do Mundo.

"O aumento da taxa de juros e o cenário de instabilidade também motivaram o crescimento menor, embora as vendas on-line ainda tenham crescido bastante", disse Guasti na divulgação da 24ª do relatório Webshoppers.

Segundo Guasti, cerca de 80% das vendas são pagas por meio de cartão de crédito. O boleto bancário responde por uma fatia de 15%.

Os eletroeletrônicos foram a categoria mais vendida, com 13% do volume total de pedidos. Na segunda posição, vieram os produtos de informática, respondendo por 12% das vendas, seguidos por itens de saúde, beleza e medicamentos.

Já a categoria livros, assinaturas de revistas e jornais, que liderou o ranking em edições anteriores, ficou em 4º lugar.

Segundo a pesquisa, 4 milhões de consumidores ingressaram no comércio on-line. A previsão é de que até o fim do ano mais 4,7 milhões de consumidores façam suas primeiras compras pela internet.

Além disso, 61% dos novos entrantes no comércio on-line tinham renda de até R$ 3.000.

A consultoria estima que até 2014 sejam criadas 34 mil vagas de emprego no setor de comércio eletrônico

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/960373-comercio-on-line-fatura-r-84-bi-no-semestre-e-bate-recorde.shtml

Quem Somos

24/07/2011

A Koyot é uma empresa de desenvolvimento web e designer com mais alta qualificação profissional, com cursos de graduação, especializações e cursos internacionais. Possuimos uma equipe experiente com participações em grandes projetos nacionais e internacionais.

 

Realizamos atividades especificas para clientes e atendemos as necessidades de empresas na área de TI, com projetos específicos em desenvolvimento web. 

Canil Alemiggiolaro

19/07/2011

Canil Alemiggiolaro é um caso de sucesso onde seu novo webste desenvolvido pela Koyot ajudou a disseminar as informações de venda dos filhotes de forma simples e objetiva. As ferramentas oferecidas proporcionaram uma analise completa de mercado e interesses de seus clientes.

 

Soluções

03/07/2011

Koyot Intelligence

 

 

Beleza de A a Z

27/06/2011

O consultório fisioterápico Beleza de A a Z com o website gerenciável pelo painel de CMS personalizado conseguir divulgar de maneira simples seus tratamentos na internet possibilitando fazer campanhas de forma objetiva. 

 

 

Speed Motors Kawasaki

26/06/2011

O trabalho para a concessionária de motos para a concessionária Speed  Motors Kawasaki, localizada em Balneário Camboriu, e com filiais em Blumenau e Itajaí.

O projeto contou com uma reformulação no design completo, buscando um padrão visual moderno para essa renomada marca de motocicletas. O novo projeto proporcionou o inicio da das vendas do setor de boutique da loja.

 

E-Commerce, S-Commerce, F-Commerce. E T-Commerce, você conhece?

15/06/2011

O comércio eletrônico via TV, ou o T-Commerce, tem se mostrado o novo passo de inovação que as empresas de vanguarda já estão se preparando para dar. Isso é possível porque a TV Digital está cada vez mais presente no país.

Mas, para começar, você sabe qual é a diferença entre a TV Digital e o antigo formato?

Na TV Digital, tanto a imagem quanto o som são digitalizados, transmitidos da mesma forma como acontece com os computadores. O benefício mais aparente é que os telespectadores têm acesso a imagens com alta definição, som de melhor qualidade e aplicações interativas.

Vantagens

A interatividade é a melhor parte da TV Digital. Com ela, aplicações podem ser executadas no aparelho televisor, você terá acesso a vários serviços, jogos e informações adicionais a que não estava acostumado, como operações bancárias, enquetes, jogos e mídias sociais.

Assim como os smartphones aproximaram os celulares do computador e da internet, a interatividade faz o mesmo para a televisão.

No caso do comércio eletrônico, a sua versão para televisão tem a vantagem muito interessante de poder vender e comprar produtos sensíveis ao contexto, por exemplo, ao assistir um jogo de futebol, o usuário pode comprar o ingresso para o próximo confronto, ou a camisa oficial da equipe.

Plataforma

No Brasil, o sistema mais utilizado é o Ginga - um software embarcado em aparelhos que serve para rodar aplicações transmitidas pelas emissoras. Ele permite a interatividade em nosso sistema de TV Digital, o SBTVD – Sistema Brasileiro de Televisão Digital,  o padrão de TV Digital desenvolvido no Brasil, tendo como base o padrão japonês..

Conclusão

O controle remoto está na mira dos lojistas. A TV digital se espalhará por mais cidades e o cidadão terá mais um canal de compras, usando o controle remoto no lugar do mouse.

Quem hoje compra em casa através da internet são os futuros consumidores do  T-Commerce. As empresas só estão esperando a base de clientes aumentar para investir mais pesado nessa tecnologia.

Fonte: http://imasters.com.br/artigo/20586/e-commerce/e-commerce-s-commerce-f-commerce-e-t-commerce-voce-conhece

Comércio eletrônico fatura R$ 680 milhões no Dia dos Namorados

15/06/2011

De acordo com a e-bit, o Dia dos Namorados foi responsável por um faturamento de R$ 680 milhões no varejo online brasileiro. O valor representou um crescimento de 15% no ano se comparado com o mesmo período de 2010, com mais de 2 milhões de pedidos realizados. Neste ano, as vendas foram monitoradas entre 29 de maio a 12 de junho.

Um destaque na data foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a quinta colocação. Também marcaram presença no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.

De acordo com esclarece Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit, a evolução dessa categoria dentro do e-commerce só tende a crescer. “O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirmou o executivo.

 

Fonte:http://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/comercio-eletronico-fatura-r-680-milhoes-no-dia-dos-namorados/

Facebook lança em breve app oficial para iPad

09/06/2011

De acordo com o New York Times, o Facebook está quase pronto para lançar seu aplicativo para iPad. Em desenvolvimento há mais de um ano, o app caminha para as fases finais de testes, o que deve acontecer nas próximas semanas.

O aplicativo deverá oferecer suporte aprimorado para funções de chat e grupos do Facebook, além de permitir o upload de imagens obtidas pelas câmeras do tablet e de navegar por galerias de imagem em tela cheia.

Atualmente, os usuários do tablet se contentam em utilizar o app da rede social para iPhone ou aplicativos desenvolvidos por terceiros, como o iFace e o Friendly.

Com informações de Blue Bus e de MacMagazine

Fonte: http://imasters.com.br/noticia/21172/redes-sociais/facebook-lanca-em-breve-app-oficial-para-ipad

Quer vender online no Natal de 2011? Então você já esta atrasado!

09/06/2011

Sim! Atrasado.

Se você ainda não começou a fazer o seu planejamento para o Natal, sinto te informar, mas você está bem atrasado.

Os projetos (bem feitos) de e-commerce levam em média seis meses para sair do papel e ir para a https.

Pense comigo:

  • Plano de Negócios – 1 mês
  • Escolha da plataforma – 15 dias (se o plano de negócios for bem feito, ele já indicará quais plataformas tem mais em comum com o seu negócio e seu bolso)
  • Contato e negociação da plataforma – 20 dias, no melhor dos casos  (vejo hoje empresas que desprezam o empreendedor iniciante vergonhosamente! )
  • Mapa das Regras de Negócio – 15 dias. Cada negócio tem a sua particularidade e isso é detalhado nas Regras de Negócio (se o plano de negócios for bem feito, ele já terá um capitulo com as regras de negócio, então instruir o pessoal das plataformas será mais fácil e rápido).
  • Desenvolvimento e Implementação – 30 dias, no melhor dos casos (se você escolher empresas que cumprem o prazo – Ótimo! infelizmente eu posso dizer que + de 50% não cumprem)

Supondo que você comece AGORA, nesse momento do projeto estaremos em meados de outubro/2011.

  • Testes integrados – 15 dias – Parte importantíssima do projeto e que infelizmente poucos realizam com dedicação. Os testes integrados vão garantir que todas as integrações, picos de acesso, estresse de dados, cadastros, etc… não derrubem sua loja e que ela funcione perfeitamente – da  vitrine a validação do cartão de crédito!
  • Mídia digital – Junto com os testes é necessário já estar com o plano de Mídia Digital aprovado e prestes a começar!  Email marketing, opt-in inicial, peças de marketing, conteúdo para blog e RP, Mídias Digitais já fazendo o “esquenta”.
  • Tudo pronto? Deu tudo certo? Nenhum problema pelo caminho – e isso é raro! Então já estaremos em Novembro, que é quando começam a esquentar as vendas para o Natal. E será a época que você receberá seu negócio pronto para vender! Se dedicar! E como é a data mais esperada do ano para o varejo digital não se pode errar!

Pense. Negócio novo, problemas novos, você se adaptando a trabalhar mais de 18 horas por dia…

Entendeu agora porque você já esta atrasado?

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/quer-vender-online-no-natal-de-2011-entao-voce-ja-esta-atrasado/

Comércio eletrônico sem preconceito

09/06/2011

De acordo com a Wikipedia, esta é a definição da palavra “Preconceito”:

é um “juízo” preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude “discriminatória” perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou “estranhos”. Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, “racial” e “sexual”.

Diante do exposto, podemos afirmar que os negócios eletrônicos favorecem a aceitação dos indivíduos independentemente de quaisquer desses fatores. Ou seja, num ambiente virtual, todos os clientes são tratados sempre da mesma maneira, já que não é possível identificar uma característica, como a raça, para que um determinado grupo de usuários receba um tratamento diferenciado – tanto para bem ou como para o mal.

Essa é uma importante bandeira que você, lojista virtual, pode utilizar a seu favor. Oferecer um ambiente livre de qualquer tipo de discriminação, mais justo, é uma vantagem do e-commerce, com seu processo e seu mecanismo. Além disso, é também uma forma de estimular a sociedade para que possamos viver num mundo mais em que estejamos livres de preconceitos de qualquer natureza.

Uma compra realizada através de uma loja virtual independe do seu endereço de entrega e terá que ser executada sempre a contento, porque não se é possível prever quem será o individuo que estará aguardando seu produto, e o quanto ele poderá ser influente para danificar a imagem do fornecedor.

Logo, aprendemos que no mundo do comércio eletrônico clientes são importantes, e não um grupo de indivíduos de determinada raça, ou credo, ou característica física. E esse é um bom exemplo do que acontece no ambiente virtual e deveria ser transferido também para o comércio tradicional. Em avaliação recente sobre as classes sociais foi detectado um aumento estrondoso no número de vendas online para as classes C, D e E, e um dos principais fatores que contribuíram para isso foi o fato de as pessoas se sentirem constrangidas ou discriminadas em lojas físicas, o que não acontece no ambiente virtual.

Outro exemplo da liberação dos preconceitos, até por mesmo por conta do próprio individuo, é o largo crescimento dos sex shops virtuais, que encontram no ambiente virtual a discrição total, facilitando o sentimento de conforto na hora de executar uma compra, que na grande maioria das vezes não chegaria a acontecer numa loja física.

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/

Como aumentar as vendas no e-commerce?

02/06/2011

A resposta para o título deste artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?

Na verdade, nem tanto. Primeiro que para fazer uma boa campanha na internet é preciso investimento e, bem ao contrário do que a maioria pensa, anunciar na web não é barato, entretanto, sabendo fazer, a loja virtual com certeza terá um excelente retorno em vendas.

Na minha aula de e-commerce, eu foco basicamente em um pilar estratégico, não apenas para aumentar as vendas, mas para manter uma loja no curso do crescimento sempre. Aumentar vendas não significa crescer, apenas, 10% de um mês para o outro, mas também deixar o cliente fiel. Em época de redes sociais, reputação é fundamental, pois além de o consumidor comprar sempre indica amigos.

Bons produtos, encontrabilidade dos produtos, atendimento, marketing digital e logística. Esses são os cinco pilares que defendo para a evolução da loja como um todo. Cada um deles tem a sua importância para essa evolução da loja, seja ela uma mega loja multiprodutos ou uma pequena loja de uma pessoa que vende camisetas pela internet.

Bons produtos significam que a loja deve vender qualidade: entender o que o mercado deseja comprar e oferecer esses produtos de forma clara, simples, objetiva e se possível com o melhor preço (digo se possível, pois frete ou empresas com produtos tabelados às vezes dificultam essa ação); se a loja tem bons produtos, é preciso que o usuário os encontre. De nada adianta levar o usuário ao site se ele não acha nada! Assim como não se pode, JAMAIS, achar que aquele usuário que digitou “câmera digital 12 megas” no Google chegue a sua loja para ver um notebook. Ele pode se interessar, mas depois de ver a câmera.

Atendimento é fundamental no pré e no pós-venda. As pessoas têm dúvidas e estas nem sempre podem ser sanadas pelo texto do site. Tem que ser na conversa. Tenha uma equipe pronta para atender as pessoas, e especializada em fechar a venda! Marketing digital é basicamente anunciar a loja, como disse no começo do artigo, mas como vimos até o momento não é a única solução para que a loja venda mais. Logística é fundamental, pois se uma pessoa compra e não entrega no prazo, perde a confiança. Ela não compra mais, não indica, não volta à loja e se possível fala mal dela para sua rede de amigos. É uma forma de perder não apenas um, mas vários potenciais consumidores.

Voltando ao marketing digital como estratégia, há diversas formas de se usar esse conceito. Banner na home de portal é um deles, muito usado pelos mega players. Altos investimentos, grandes riscos. É preciso pensar além do básico. As pessoas não se empolgam mais pelo “mais do mesmo”. Nesse momento, vem o conceito de presença digital que defendo. É preciso estar bem posicionado no Google, ter ações de Links Patrocinados. Usar bem o s-commerce (comércio pelas redes sociais), estar presente em blogs – de preferência em blogs que espontaneamente falem bem da marca -, estar no mobile não apenas com um banner em site, mas com uma loja virtual.

Mais do mesmo não vende mais. É preciso empolgar, deixar o usuário curioso e fazer com que ele sinta vontade de ir até a loja. Lá estando, oferecer um ambiente em que ele se sinta confortável e seguro. Oferecer a ele o que ele quer. Assim, cria-se um cliente fiel que pode trazer diversos outros.

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/como-aumentar-as-vendas-no-e-commerce/

Um e-commerce de sucesso

02/06/2011

Negociar produtos ou serviços na internet é uma forma de vida para muitas empresas atualmente, muitas vezes essas empresas nem chegam a existir no mundo “real”, ou seja, não detêm de locais físicos para atendimento. Lançar um negócio virtual requer empreendedorismo, arte, tecnologia e ciências. Veja a seguir alguns passos para que esse lançamento seja um sucesso.

1. Construa seu site/loja em uma plataforma de código aberto e gratuito.
Existem inúmeras vantagens pela adoção dessas ferramentas, porém a principal é a comunidade que existem por detrás dessas. Além de oferecer largo suporte, ainda é possível contar com novos desenvolvimentos de componentes gratuitos, adoção de melhores práticas rapidamente, como SEO, e, por fim, existirão outros milhares de usuários que estarão testando e homologando a ferramenta.

2. Analisar e compreender o mercado potencial.
Identifique onde a maioria dos seus clientes “virtuais” estão localizados e como eles interagem uns com os outros. Com essas respostas será possível criar campanha de mídia que estimule o compartilhamento por eles próprios através das redes sociais.

3. Crie um blog e atualize-o no mínimo três vezes por semana.
Convide seus leitores a participarem através dos comentários e interaja com eles. Foque os tópicos com as palavras chaves da estratégia do seu negócio para alavancar suas visitas através do SEO.

4. Aplique as “Medalhas Sociais” (links para seus perfis de mídia social).
Utilize sempre o máximo possível, por exemplo, Facebook, Linkedin, Twitter, YouTube, Google +1. Coloque também ferramentas para compartilhamento pelas principais redes através de plugins. Isso ajudará a promover o negócio com a comunidade através das duas vias de comunicação.

5. Faça analise da concorrência.
Concorrentes existem para 99.9% dos negócios, por isso faça um estudo que identifique seus 3-5 maiores e siga as pegadas digitais dessas empresas para verificar quais são os seus principais movimentos e novidades. Outra dica é configurar o “Alerta do Google” para termos específicos sobre sua empresa, produtos e concorrentes.

6. Instale o Google Analytics.
Devemos sempre acompanhar as informações sobre as páginas de entrada e de saída, tempo no site, taxa de rejeição e de retorno, origem dos visitantes, termos de buscas. Essas informações são valiosas para identificar possíveis falhas e acertos.

7. Crie uma oferta especial para fãs no Facebook.
Isso auxiliará seu negócio a ser mais conhecido rapidamente e largamente difundido na maior rede social do momento. Claro que, antes disso, você precisa ter uma página no Facebook.

8. Construa Landing Pages perfeitas.
Isso com certeza será um fator determinante para o sucesso ou fracasso do negócio virtual.

09. Use vídeos direcionados.
Vídeos de 1 a 2 minutos, publicados em seu canal no Youtube, Videolog ou Vimeo, podem ser boas fontes de informação para os consumidores, além de mais um canal para promoções.

10. Garanta a utilização de melhores práticas de SEO.
Estar bem localizado nas páginas de busca garante maior visibilidade, aumentando assim as chances de conquistar novos clientes.

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/um-e-commerce-de-sucesso/

OAB contra a bitributação do ICMS no comércio eletrônico

02/06/2011

Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4599) ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra decretos do governo de Mato Grosso que introduziram alterações no Regulamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) no Comércio Eletrônico.

Segundo a OAB, o objetivo dos decretos é fazer incidir o ICMS nas operações de compra de mercadorias pela internet. “O que se vê, no fundo, é a necessidade do Estado de Mato Grosso tributar operações do tipo internet, o que leva à conclusão de que os atos normativos ora combatidos visam, primordialmente, ao fomento da arrecadação estadual com a tributação de bens adquiridos no comércio eletrônico”, afirma a OAB.

O Conselho da OAB acrescenta que os dispositivos questionados estimulam uma “Guerra Fiscal” entre os estados, o que é repelido pela jurisprudência do STF. E completa: “A criação de qualquer outro tributo, no termos do artigo 154, inciso I, da Carta Federal, somente seria possível mediante lei complementar”. A ADI pede a declaração de inconstitucionalidade do artigo 1º e 2º do Decreto estadual 2.033/09 e dos incisos III e IV do Decreto estadual 312/11.

Outras ADIs

Além da ADI 4599, contra os decretos de Mato Grosso, o Conselho Federal da OAB ajuizou no Supremo outras duas ações contra normas do Ceará e do Piauí que criaram semelhante tipo de cobrança de ICMS: a ADI 4596, contra a Lei do Ceará 14.237/08, e a ADI 4565, contra a Lei do Piauí 6.041/10. A eficácia da norma piauiense foi suspensa liminarmente pelo Plenário do STF no dia 7 de abril. A decisão unânime acolheu o voto do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, que ressaltou a violação ao pacto federativo.

Esperamos o apoio total e irrestrito de entidades que defendem o setor, tais como a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) a esta magnífica decisão da OAB!

Por que não nos aproveitarmos desta situação insustentável para a evolução da Economia Digital em nosso país, e retomarmos DEFINITIVAMENTE a agenda da reforma tributária?!?! IVA já!!!

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2011/05/29/oab-contra-a-bitributacao-do-icms-no-e-commerce/

Consumidores estão insatisfeitos com e-commerce em dispositivos móveis

23/05/2011

Uma pesquisa divulgada pela Demandware, que vende serviços voltados para o comércio eletrônico, revelou que os varejistas não estão preparados para atender as demandas do Smart Consumer (proprietários de smartphones e similares). Os dados destacam a diferença entre os canais de vendas que os comerciantes disponibilizam e a forma de comércio que os consumidores esperam que as marcas ofereçam.

Segundo o levantamento, 87% dos varejistas entrevistados reconhecem que possuem falhas em atender às demandas de vendas multicanais dos consumidores. Em contrapartida, apenas metade acredita que suas empresas devem passar por mudanças radicais. “Nossa pesquisa sugere que todos os varejistas devem adotar as novas tecnologias e mudar a forma como abordam o comércio multicanais para conseguir atender as expectativas dos consumidores”,  afirmou Driscoll Jamus, vice-presidente de marketing da Demandware.

Abaixo, outros números do estudo:

  • Somente 12% dos varejistas que os consumidores baixem um aplicativo para vendas online, enquanto 23% dos consumidores já utilizam esse recurso e 50% pretendem fazê-lo no futuro.
  • 54% por cento dos consumidores gostariam que os varejistas oferecessem um dispositivo em que se clique em algum código de barras ou etiquetas inteligentes de suas revistas e catálogos que se conectem a algum site de vendas, mas apenas 12% dos varejistas pesquisados já oferecem esse recurso.
  • Enquanto 62% dos consumidores afirmam que pretendem comprar produtos ou serviços via dispositivos móveis, apenas 32% dos varejistas oferecem esse serviço.
  • Apenas 29% dos varejistas permitem que os consumidores utilizem seus telefones celulares para verificar a disponibilidade de um produto no estoque, enquanto 38% dos consumidores têm esse hábito e 52% esperam fazê-lo no futuro.
  • 23% dos varejistas permitem que os consumidores adicionem itens a seus carrinhos de compras através de dispositivos móveis e complementem mais tarde em algum desktop, e isso é um desejo de 51% dos consumidores.

De acordo com Driscoll, a pesquisa tem como objetivo mostrar às marcas que oferecer apenas um canal de comércio tradicional (offline) já não é mais suficiente, já que consumidores de dispositivos móveis estão exigindo que as empresas ofereçam vendas multicanais. “Marcas que não se comprometam com as expectativas crescentes dos consumidores quanto às suas próprias realidades operacionais estarão em desvantagem com a concorrência nesse mercado em expansão”, concluiu.

Fonte: http://imasters.com.br/noticia/21094/e-commerce/consumidores-estao-insatisfeitos-com-e-commerce-em-dispositivos-moveis

A geração C e a internet descentralizada

23/05/2011

Todos já ouviram falar em geração X, Y, Z etc, que servem para rotular indivíduos de acordo com o ano em que nasceram e com o ambiente em que consequentemente conviveram. Geração C não tem exatamente a ver com ano, por mais que acabe fazendo sentido falar que os mais jovens formam a maior fatia dos indivíduos dessa geração. Fazem parte da geração C as pessoas extremamente conectadas à rede. Elas tentam extrair o máximo do poder da internet, tanto consumindo quanto produzindo conteúdo.

Vocês também já devem ter ouvido falar que movimentos vindos da internet não mudam nada, eles não têm força, as pessoas precisam ir para as ruas. Apenas usar internet talvez não faça muito efeito, mas não podemos negar que cada vez mais movimentos começam na rede. Eles podem tomar proporções gigantescas numa velocidade muito rápida que não seria possível há alguns anos. Da eleição de Obama às revoltas atuais da Líbia e do Egito, cada vez mais observamos movimentos importantes para a história mundial usando a internet como uma das suas principais ferramentas.

O uso das redes sociais para convocar as manifestações no Egito e a importância da internet na revolta da Líbia fizeram com que os governos cortassem o acesso à grande rede para conter os manifestantes. A rede é grande aliada dos hiperconectados, da geração C, mas ter uma Internet centralizada, que alguém pode simplesmente bloquear o acesso de todos, torna a rede frágil.

Mais e mais pessoas vão entrar no grupo dos hiperconectados no futuro, e a internet vai influenciar cada vez mais as pessoas. Será que a geração C aceitará ser censurada facilmente por um governo? Questões sobre uma iInternet totalmente livre e descentralizada já começam a ser levantadas. Ainda parece fora da realidade termos uma rede totalmente ad hoc, na qual pessoas se conectam a pessoas abolindo qualquer estrutura centralizada, mas já tem gente pensando nisso e não seria surpresa se o movimento ganhasse muita força.

Fonte: http://imasters.com.br/artigo/20956/tendencias/a-geracao-c-e-a-internet-descentralizada

A grande divisão da realidade web

23/05/2011

Há dois anos,Tim O’Reilly convidou a audiência do Web 2.0 Expo a “parar de jogar ovelhas” e a começar a fazer algo que realmente valesse a pena. De lá para cá, vários bons artigos e posts já surgiram, falando sobre a falta de inovações significantes nos Estados Unidos, questionando a habilidade e a vontade de empresas americanas (particularmente empresas web) de serem inovadoras.

Quase três anos depois, e até hoje, estamos "atirando pássaros em vez de ovelhas". E pássaros muito bravos. No entanto, a questão poderia girar em torno do fato de que ainda estamos atirando animais em vez de fazer algo supostamente valioso (como uma startup de web típica que não está exatamente revolucionando o sistema de saúde, a indústria de energia, o meio ambiente, ou outras áreas de grande importância para o futuro da civilização).

Porém, podemos discutir se o entretenimento é uma parte importante da vida. Entretenimento garantido não faz nada tão necessário e urgente quanto a cura do câncer, mas isso não significa que os empresários deveriam focar apenas em questões nobres e praticamente inatingíveis também. Além disso, a inovação pode – e irá – acontecer em lugares que você nem imagina.

A equipe do Angry Birds poderia, por exemplo, fazer várias melhorias no WebGL, o que iria, em troca, servir para startups que estão focadas em questões mais solenes e verdadeiramente inovadoras. De certo modo, isso seria similar ao que fizeram o Wii e o Kinect, que não se tornaram úteis somente para jogadores.

Os dois pontos de vista têm seus méritos, e a verdade está – como normalmente está – em uma área cinza entre as duas. É por isso que não gosto de pensar em startups em termos de seu quadrante no plano Cartesiano de merecimento ou inovação.

O’Reilly não pode ser culpado por querer inspirar uma nova geração de desenvolvedores e empresários high-tech. Mike Eaton e seus pensamentos sobre inovação devem ser desconsiderados também. Não estou completamente confortável em julgar pessoas que trabalham duro em projetos como Angry Birds, Minecraft, ou outras startups de menor importância.

Gosto de olhar para o problema de uma perspectiva diferente. Começo por presumir, axiomaticamente, que cada startup lucrativa que está tentando resolver o problema de alguém, em algum lugar, merece existir e tem potencial para ser inovadora em certa capacidade. Então as coisas se tornam uma questão de encontrar problemas que as pessoas têm, e como você pode resolver tais problemas.

Desenvolvedores têm uma tendência de se sentirem atraídos para um conjunto comum de problemas. Isso leva a um grande número de startups competindo uma contra a outra, na tentativa de resolver o mesmo tipo de problema (p.e. rastreamento de tempo freelance e faturas do Freshbooks). Isso não é algo negativo; a competição é boa e a solução para todos os problemas; até o problema mais trivial pode ser melhorado.

No entanto, isso não é o ideal. Acabamos não atendendo perfeitamente a uma série de nichos e mercados que precisam da nossa ajuda. Isso também deixa a vida das startups citadas acima desnecessariamente difíceis. É difícil ser bem sucedido quando você está competindo com tantas pessoas inteligentes, todas trabalhando em um problema largamente resolvido (você pode aperfeiçoar o Freshbooks, o Freckle, e outras centenas de serviços legais, mas o mercado não está implorando por uma nova solução de rastreamento).

Esse problema é particularmente grande porque existe um grande divisor de realidades web. Quando você passa sua vida profissional na internet é difícil perceber, mas o mundo ainda é, na sua maioria, offline. Como um exemplo simples, um número espantoso de pequenos negócios ainda não tem presença na web e, na maioria das vezes, sua melhor chance de conseguir informações sobre eles é consultando uma das boas e velhas páginas amarelas.

Temos a web, que é extremamente conectada e produz uma enormidade de dados, e temos um mundo offline que é, na sua maioria, desconectado e local.

Existem dois grandes desafios para a próxima década, e é neles que acredito que os desenvolvedores deveriam procurar por problemas para resolver.

Filtrar, organizar e compreender o imenso volume de dados que está disponível online é certamente um deles. O segundo é criar uma ponte entre o mundo offline e o online, e trazer o volume massivo de dados offline para o reino do mundo digital, no qual ele possa ser analisado, organizado, extraído, buscado e tornado disponível imediatamente.

Na medida em que trabalhamos em direção a esses objetivos ambiciosos, não podemos invejar aqueles que optam por criar pequenos aplicativos de jogos, ou decidem ganhar um salário justo com aplicativos web que não são nada mais que revolucionários. Tudo faz parte de um ecossistema que contribui para que a sociedade continue evoluindo.

Fonte: http://imasters.com.br/artigo/21014/tendencias/a-grande-divisao-da-realidade-web

Tecnologia e educação: alicerces para uma sociedade evoluída e avançada

23/05/2011

Se tomarmos como base toda a história do desenvolvimento humano, o que dita o crescimento da sociedade, principalmente na era em que vivemos, é a tecnologia. Nesse caso, não tratamos apenas dos avanços cada vez mais high techs. Assim como os primórdios, como no domínio do fogo e da roda, que foram descobrimentos, os princípios da tecnologia foram fundamentais para a evolução da raça.

Dessa forma, é correto afirmar que a tecnologia move a cidadania, que é um termômetro para a evolução da sociedade. E, quando trazemos esse avanço para a educação, outro fator crucial para o desenvolvimento humano, esbarramos em diversos pontos um tanto quanto retrógrados.

A internet pode ser considerada uma grande biblioteca pública, na qual em alguns cliques podem-se fazer pesquisas aprofundadas sobre variados assuntos, sem levar aquela eternidade de tempo de ir até um local físico, procurar os livros certos, o tema, a página correta, e mais uma série de trâmites. Claro, entre milhões de informações que circulam na internet, sempre há aquelas infundadas e errôneas. Há que se ter um discernimento para efetuar a pesquisa e o embasamento, mas nada que passe a imagem de insegurança e de fonte não válida de pesquisa, como muitos educadores ainda pregam.

Então levantamos um ponto: se nosso cotidiano é tão avançado, inclusive com essa imensa biblioteca virtual presente na palma da mão da sociedade, através de smartphones e tablets, ou até mesmo de notebooks, PCs, televisores e onde mais se acompanhar, como podemos limitar uma geração a usufruir essas facilidades, que assim como o fogo e a roda nos primórdios vieram para auxiliar nosso desenvolvimento?

Nosso ponto de embate é claro: nossos educadores precisam estar mais a par das novas tecnologias, usá-las a favor, e não temê-las.  É necessário tomar conhecimento desses avanços. Alunos, jovens de oito, dez, quinze anos, já estão mais do que acostumados a mexer nesses aparelhos. Dominam, de forma intuitiva e não especializada, mas são detentores dessas tecnologias, e tudo o que querem é poder desfrutá-las também no ambiente escolar. No entanto, o temor que existe entre os professores de estar atrás dos alunos no domínio desses benfeitores aparelhos faz com que sejam prontamente descartados.

Assim, é preciso que haja incentivos aos educadores, movimentos que passem pelo Estado, pelas escolas, ou até mesmo pelo próprio professor. A tecnologia está à disposição, é necessário usá-la, mas também é preciso estar disposto a entendê-la, ir ao encontro a esses novos conhecimentos. 

Com isso, o mercado já se movimenta e algumas empresas veem essa disparidade atual entre educação e tecnologia, e se preocupam em agregar valor aos aparelhos. Ao embarcar conteúdo nessas novas tecnologias, elas levam ao professor uma certeza maior de que ali há informações embasadas, que possuam seus devidos créditos e certificações teóricas - não apenas uma série de informações em um portal da internet. Tudo de forma mais clara, para que o professor possa passar o conteúdo, levando a dinâmica tecnológica para a sala de aula.

Ou seja, educação e tecnologia são alicerces para uma sociedade evoluída e avançada. A tecnologia é um meio de guiar e desenvolver a educação, um modo de facilitar o acesso à informação e de incluir o país em um contexto mais social. Para o desenvolvimento em bons níveis de cidadania, é necessária uma sincronia entre ambas. As ferramentas estão todas aí, a tecnologia não pára, agora é preciso alavancar a educação por uma sociedade melhor.

Fonte: http://imasters.com.br/artigo/21060/tecnologia/tecnologia-e-educacao-alicerces-para-uma-sociedade-evoluida-e-avancada

Cuide bem do seu colaborador

12/05/2011

Um colaborador insatisfeito pode prejudicar a equipe e, por consequência, os resultados de uma empresa. Em um post recente no blog The Happiness Project, a escritora americana Gretchen Rubin, especialista em levantar o moral dos que andam de mal com a vida corporativa, listou sete iniciativas que podem ajudar empresários do mundo todo a arrancar sorrisos e, principalmente, melhorar o desempenho de seus funcionários. E, acredite, nenhuma delas está relacionada a aumento de salário. Confira:

1- Autonomia no escritório

Quando possível, é importante dar ao colaborador a oportunidade de estar no comando. Estimular metas pessoais, sem gerar competição entre colegas, por exemplo, pode potencializar o crescimento da equipe. Permitir que os funcionários personalizem seus ambientes de trabalho com objetos e cores de sua preferência também pode ajudar.

2- Flexibilidade de horários

Os empregadores devem considerar a possibilidade de uma escala de trabalho, na qual os horários sejam flexíveis o suficiente para que os colaboradores não gastem tempo demais se deslocando do trabalho para casa e vice-versa, evitando horários de pico no trânsito e transporte público. Muitos apreciam chefes que consideram o equilíbrio entre vida profissional e familiar.

3- Menos reunião e mais trabalho

Muitos empregadores gastam tempo demais com reuniões pouco eficazes, que tomam o tempo de trabalho do colaborador e não melhoram seu desempenho. A dica é marcar reuniões quando realmente for necessário.

4- Relacionamento

O empregador deve incentivar as relações sociais. Uma maneira eficiente é organizar o local de trabalho de forma que as pessoas possam interagir. Comemorar aniversários e fornecer uma área confortável para alimentação, além de promover atividades e encontros fora do horário de expediente também ajudam.

5- Saúde

Rubin afirma que as empresas gastam muito com tratamentos para doenças relacionadas ao estresse, tais como hipertensão, problemas gastrintestinais e abuso de substâncias. Para amenizar o problema, é interessante promover competições para perda de peso, além de fornecer refeições balanceadas e dar descontos em academia.

6- Crescimento

Os empregadores podem criar uma atmosfera de crescimento por meio da formação ou delegando tarefas que representem novos desafios. Funcionários entediados perdem a motivação e a oportunidade de expandir as suas competências e responsabilidades.

7- Quebre a rotina

Organize pequenos eventos na empresa. Pode ser um café da manhã, por exemplo. Distribuir vale-presentes, sortear brindes ou promover competições pode demonstrar o apreço do chefe por seus colaboradores.

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=4157

TAGS: TI, Futuro, Internet

Como cobrar por serviços que antes eram gratuitos?

12/05/2011

Estacionamento de shopping é um exemplo clássico. No começo, é gratuito para atrair clientes. Passados uns meses da inauguração, suas entradas ganham cancelas e, deixar o carro em segurança para fazer compras, passa a ter um preço. A mudança nunca é bem aceita pelos frequentadores. Afinal, por que pagar por um serviço que antes era grátis?

O consumidor sempre reclama, mas alguém deixa de ir ao shopping por causa do estacionamento? Você deixaria de calibrar os pneus do seu veículo caso o frentista avisasse que a tradicional “caixinha” foi substituída por um valor fixo e inegociável? Você deixaria de buscar algo no Google se tivesse que pagar antes de acionar o botão “pesquisa”?

O dilema assombra muitas empresas, principalmente as que cresceram oferecendo serviços gratuitos na internet e para as quais o modelo de negócio de financiamento por anunciantes não é suficiente. Cobrar ou não por um serviço que antes era oferecido gratuitamente? E se o cliente não aceitar pagar? A situação pode parecer irreversível, mas não é.

Em um artigo publicado na última semana no jornal argentino La Nación, o economista Ariel Baños, especialista em estratégias de preços, aponta a frustração do consumidor diante de um produto que ganhou preço como oportunidade de negócio. “Qualquer centavo é caro demais se comparado à facilidade de não se pagar nada”, diz. Alguém discorda?

Para Baños, a solução está nos produtos e serviços “freemium”. “Na percepção do cliente o “grátis” é um direito adquirido. Então, a chave é manter o antigo serviço prestado de forma gratuita (“free”) e investir em um novo, com muitas outras vantagens e atrativos (“premium”), pelo qual se possa cobrar”, explica.

O economista aponta o Skype como exemplo de empresa que apostou no serviço “freemium” para não perder clientes. Dois usuários do software podem conversar à vontade pela internet sem qualquer custo. Mas uma taxa é cobrada daqueles que desejam ligar para um telefone fixo ou celular.

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=4200

Como fazer funcionários lentos trabalharem mais rápido

12/05/2011

A produtividade da equipe é algo que interfere diretamente nos resultados de uma empresa. Quando as coisas são bem feitas e dentro dos prazos, os negócios prosperam. Caso contrário, os clientes tendem a ir embora. Mas o que fazer se você tem funcionários que são muito lentos? Isso pode ser mais comum do que você imagina. Por isso, Mike Michalowicz, autor do livro The Toilet Paper Entrepreneur, aponta quatro dicas para acelerar aquele trabalhador um pouco mais devagar.

Para conhecer melhor o autor das dicas abaixo, Michalowicz abriu seu primeiro negócio aos 24 anos. Fez dele uma empresa milionária. Depois fez isso de novo. E de novo. Ele construiu três empresas com faturamentos milionários. Hoje, é presidente da Obsidian Launch, especializada em otimizar a eficácia de websites, e colunista de pequenas empresas do The Wall Street Journal. Veja, a seguir, as quatro dicas.

1. Limite as opções
Em uma determinada tarefa, quanto menos opções você der a um funcionário, mais fácil ficará para ele tomar uma decisão. Mas não exagere. Dar apenas uma opção é muito ditatorial da sua parte e pode ter o efeito contrário. O funcionário pode agir até mais lentamente, como retaliação. Uma boa regra é dar três opções. Isso dará ao trabalhador a liberdade de escolha, o que é motivador, mas, ao mesmo tempo, deve originar uma decisão rápida.

2. Dê prazos intermediários
Se o projeto tem que ser entregue no final do mês, por exemplo, quebre esse prazo em quatro limites de datas anteriores. Peça para que o funcionário lhe entregue partes do projeto a cada semana, isso dará a ele a sensação de imediatismo, de que é preciso fazer algumas coisas antes do fim do mês. Isso costuma fazer as pessoas trabalharem mais rapidamente.

3. Deixe claras as suas expectativas
Quando o funcionário entende claramente o que se espera dele, costuma ficar mais confiante. Isso porque ele verá que você confia nas habilidades dele para executar aquele trabalho. Assim, vai tocar o projeto com rapidez.

4. Entenda os motivos
Você contratou uma pessoa que parecia ser ótima, mas ela está fazendo os trabalhos muito vagarosamente. Procure entender o motivo. Às vezes, o funcionário pode não render o suficiente se ele não tem todas as ferramentas necessárias para fazer determinada tarefa. Ou então ele pode não ter recebido as instruções adequadas. Entendendo a causa, fica mais fácil solucionar o problema.

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=4205

TAGS: Soluções, Futuro, TI

Como melhorar sua projeção de vendas

05/05/2011

Qualquer previsão que você faça sobre as vendas do seu negócio será imperfeita – há muitos fatores que podem impactar e alterar esses números. Mas a maneira como você faz suas previsões pode torná-las mais úteis – e ajudá-lo a analisar como o negócio está caminhando. Com isso em mente, o site da Inc. publicou sete dicas para aprimorar esses cálculos. Confira.

1. Utilize vários números. Um dos maiores erros em previsões é achar que um único conjunto de números irá mostrar toda a verdade sobre o futuro do negócio. Mas é preciso multiplicar os estudos para que cada área da empresa tenha um planejamento. A equipe de vendas, por exemplo, pode ter uma meta, mas a gerência de produção precisa saber a previsão de um item específico, e o time de finanças quer saber o faturamento esperado. O executivo principal precisa estar preparado para unir todos esses números e formar um cenário coeso.

2. Desenvolva um processo flexível. Concentre-se em criar meios de gerir, reavaliar e modificar os processos da empresa conforme as condições mudem. Para alterar as previsões de venda, é preciso acompanhar mais do que a média de saída de um determinado produto. O histórico do cliente, a entrega do produto e a trajetória do vendedor são alguns dos fatores que devem ser compreendidos.

3. Dedique tempo à previsão. De tempos em tempos – uma vez por mês, por exemplo – é preciso rever as previsões. Dessa forma, os gestores envolvidos ficam a par dos resultados e podem corrigir as rotas.

4. Use um modelo consistente. Não existe um modelo perfeito de previsão. Uma maneira de prever as vendas de um ano é utilizar os resultados do ano anterior, por exemplo. Qualquer que seja o modelo escolhido, no entanto, é preciso mantê-lo ano após ano. Assim será possível utilizar o mesmo método para comparar diferentes períodos.

5. Descomplique. Não é preciso manter na empresa uma equipe de estatísticos para ter boas projeções. Existem no mercado softwares simples, que alinham projeções de vendas, histórico e relacionamento com o cliente.

6. Seja democrático. Se você não inclui todos os elementos do negócio na projeção, pode acabar com uma previsão enviesada. Portanto, tente construir um processo colaborativo. Se todas as áreas são ouvidas, os funcionários tendem a confiar mais nas previsões.

7. Atente nas exceções. É importante acompanhar as vendas e determinar em que pontos elas divergem das previsões. Às vezes é preciso meses de aprimoramento até que a projeção para os próximos dois anos esteja pronta.

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=4205

Juntos por um clique

05/05/2011

Não há quem não conheça, não tenha ouvido falar ou mesmo não tenha usufruído das tentadoras ofertas dos sites de compras coletivas, a nova modalidade de e-commerce que consiste em vender produtos e serviços por um valor muito abaixo do mercado para um número mínimo pré-estabelecido de consumidores por oferta. O tempo limite para adquirir a oferta varia entre 24 horas e 48 horas após seu lançamento. Entretanto, se neste período não houver um número mínimo de pedidos, a oferta é cancelada.

Essa estratégia foi criada nos Estados Unidos por Andrew Mason, que lançou em novembro de 2008 o primeiro site de compra coletiva, o Groupon. Hoje, o site está presente em mais de 36 países e 1.000 cidades no mundo.

No Brasil, a compra coletiva on-line chegou em janeiro de 2010, com o lançamento do Peixe Urbano, dando início a uma importante fase do consumo brasileiro, que beneficiou tanto as empresas como o próprio consumidor.

Por serem adeptos ao universo virtual e a novas experiências de compra, os consumidores brasileiros aderiram rapidamente à estratégia, revolucionando os hábitos de consumo e a própria relação comercial com as empresas. Segundo a consultoria de comércio eletrônico It4cui, em 2011, o segmento deverá faturar entre R$30 milhões e R$50 milhões.

O segmento de compra coletiva é composto por fornecedores de pequeno e médio porte que comercializam, geralmente, bens de consumo não duráveis, como serviços de estética, fotografia, academia, hospedagem, petshop, refeições, entre outros. Os sites negociam com fornecedores a venda de algum artigo pelo menor preço possível e, a cada transação concluída, o site fica com uma comissão, que pode variar de 20% a 50% do valor total da venda. Já o usuário recebe um voucher para usar no estabelecimento dentro de um prazo pré-determinado.

Fonte: http://carreiraenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/31/artigo215373-2.asp

Líderes ou gestores: o que é melhor para sua empresa?

05/05/2011

Nos últimos anos, intensificou- se a exigência por um ambiente de trabalho saudável dentro das empresas. Vemos diversas literaturas sobre isso, como "Great Place To Work", "As 150 Melhores Empresas para se Trabalhar", e se procurarmos esse assunto em sites de busca, encontraremos milhões de informações sobre a forte demanda por ter um clima organizacional favorável em prol de ótimos resultados financeiros. O grande responsável pelo equilíbrio entre ambiente de trabalho agradável e alta performance é um só: o líder.

E o que realmente acontece no mundo corporativo?

Em uma pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Coaching, 84% das pessoas que trabalham nas empresas desempenham apenas 60% de seu potencial. Por quê? Qual é a relação com a liderança?

Segundo Abraham Maslow, todo ser humano almeja a realização pessoal. Ela só ocorre se a pessoa está motivada e se sentir pertencente a algo importante. Vale lembrar que a motivação é intrínseca, ou seja, ninguém consegue motivar alguém, mas sim, estimular.

O papel do líder é oferecer desafios aos seus colaboradores de forma a estimular a sua motivação e, ao mesmo tempo, dar sentido aos desafios oferecidos. Fazendo isso, o líder gera um forte vínculo do colaborador com a organização, tornando-o cada vez mais comprometido com os resultados a serem atingidos.

Para o verdadeiro líder, a sua realização pessoal é colocada de lado e seus colaboradores vêm em primeiro lugar. Ele os empodera e, com isso, gera um ótimo clima organizacional e resultados excepcionais. Dessa forma, para esse líder, o crescimento na carreira, o aumento salarial, entre outros são consequências do legítimo interesse do colaborador. Chefes e gestores não fazem isso, e se não o fazem não conseguem a alta performance.

No Brasil, de acordo com o banco de dados da Muttare, consultoria de gestão, nos últimos cinco anos foram avaliados quase 1.700 gestores. Entre os resultados, podemos destacar que, em uma escala que vai até 100% de uso do estilo:

  • 78,2% dos casos predominam o estilo de liderança modelador: aquele que consegue fazer que seus colaboradores façam suas tarefas da mesma forma como ele faria, não aceitando formas diferentes de execução. Se não consegue convencer o colaborador a fazer do seu jeito, torna- se autoritário;
  • 66,8% dos gestores predominam o estilo afiliativo: aquele que, com a justificativa de manter um clima agradável em sua área, evita o conflito a todo custo. Ele coloca "panos quentes" em situações em que demandariam um posicionamento, e como "protege" os seus colaboradores de pessoas ou situações "ruins", sua equipe tem grande dificuldade de crescer na organização;

Com esses resultados, podemos afirmar que o modelador cria clones, evitando a inovação e o afiliativo, cria "aleijados" que não pensam por si. Os dois combinados fazem um grande estrago nas organizações. Esses estilos não agem com foco na visão da empresa nem de acordo com os valores dela e, sim, por interesses próprios. Colocam a si em primeiro lugar.

Fonte: http://carreiraenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/29/lideres-ou-gestores-o-que-e-melhor-para-sua-empresa-209863-1.asp

Mercado de software para e-commerce deve movimentar US$ 20 bilhões no mundo

05/05/2011

A IBM lançou uma iniciativa para expandir as vendas de seu serviço de e-commerce “Smarter Commerce”, oferecendo aos varejistas 50% de desconto em seus produtos e financiamentos a juro zero.

Esta é mais uma iniciativa da IBM tentando capitalizar os investimentos de US$ 2,5 bilhões despendidos no ano passado para adquirir várias empresas de e-commerce, e atingir as metas da empresa de obter uma maior parcela do mercado.

“É um sinal de como estamos empenhados em aproveitar este nicho do mercado”, disse Craig Hayman, gerente geral de soluções IBM. E os incentivos “fazem parte de um amplo programa de parceiros mundial da IBM” .

No ano passado, a IBM investiu 2,5 bilhões de dólares para adquirir a fornecedora de tecnologias para e-commerce Sterling Commerce, a criadora de software de marketing interativo Unica, e a fornecedora de software de análise Coremetrics.

A IBM estima que o mercado mundial de software voltado para o comércio eletrônico movimente 20 bilhões de dólares, e com a oportunidade de vendas de hardware, e serviços adicionais, ele possa chegar a 70 bilhões de dólares.

“Esses componentes que a IBM está introduzindo no “Smarter Commerce entram como uma luva para o mercado”, disse Dave Wood, diretor de soluções da Cincom.

Fonte: http://imasters.com.br/noticia/20942/e-commerce/mercado-de-software-para-e-commerce-deve-movimentar-us-20-bilhoes-no-mundo

Sistemas Web

08/04/2011

Desenvolvemos qualquer sistema de web que sua empresa necessite, realizamos analise documentação de software reuniões para homologação das regras de seu negocio. Assim garantimos que melhor desempenho e fidelização desejada. Um sistema web reduz custos com equipamentos de informática em sua empresa e garantindo que as informações nunca sejam perdidas por falha de equipamentos em sua empresa. A seguir mais alguns benefícios.

  • Sistemas 100% online.
  • Backup diário das informações, risco zero de perder informações.
  • Redução de custos com equipamento.
  • Acesso de qualquer equipamento com internet.

 

Os benefícios não param por ai, com o crescente numero de sistemas online confirma essas vantagens. Os sistemas online são utilizados nos mais diversos segmentos de mercado.

  • Comércio
  • Saúde
  • Indústria
  • Educação
  • Prestação de Serviço

SEO e SEM

08/04/2011

           O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimization) também traduzido para "otimização para mecanismos de busca" é o conceito para maximizar o posicionamento de um site nas páginas de sites de busca.

             Esteja entre os primeiros! Os Websites e sistemas  da Koyot são desenvolvidos seguindos os  mais modernos padrões de internet definidos pelo W3C.

        Associando as principais palavras-chaves (meta-tags) de seu site, nossos sistemas colocam você por dentro nova Web.

            Saiba quais são as palavras mais buscadas e da onde estão vindo, com relatórios completos sobre o tráfego de informação do site, de maneira simples, inteligente e amigável. Você pode direcionar melhor suas estratégias de marketing, através de uma análise completa dos dados.

          A abreviação para SEM (em inglês, Search Engine Marketing) diz respeito ao conjunto de estratégias aplicadas para melhorar sua imagem na Internet. Com a Koyot, seu site não é apenas mais um no mercado, mas sim uma expansão do seu negócio. SEO SEM.

E-Mail Marketing

08/04/2011

Crie suas campanhas de newsletter sem a necessidade de ter um website com apenas uma assinatura mensal você cria suas campanhas de publicitária na internet de forma rápida e eficiente. Com assinatura você tem acesso a um painel de gerenciamento, tendo as seguintes funcionalidades.

  • Inserir, importar, exportar email.
  • Categorização dos emails.
  • Segmentação dos envios.
  • Cadastrar imagens e textos para campanha.
  • Relatórios de envio e recebimento.
  • Reutilização de informações de campanhas antigas.

As vantagens de se utilizar email marketing segundo fonte http://www.cetic.br/usuarios/ibope/tab02-05.htm  que 78% dos usuários de internet no Brasil usam email.

 

 

Pagamentos Digitais

08/04/2011

Agora ficou mais fácil vender na Internet. Tenha uma solução de pagamento digital em seu Web-Site e expanda seu negócio, de forma simples e segura!

Possuimos soluções completas de vendas e pagamentos online mais utilizados no mercado. Tenha um canal direto com as principais instituições financeiras e operadoras de cartão de crédito.

As soluções de pagamento são oferecidas para estabelecimentos que já possuem loja virtual ou aqueles que pretendem entrar para o comércio eletrônico.

Confira os principais meios de pagamentos online disponíveis no mercado.

Implantamos sistemas de boleto dos principais bancos nacionais. Soluções para todas as carteiras bancárias.

Integração completa, direta e segura com a operadora de cartões Cielo disponibilizando vendas à vista ou em crédito parcelado. Saiba mais.

O pagamento digital é uma empresa do grupo BuscaPé que oferece opções de pagamento realizando intermédios nas transações. Saiba mais.

O PagSeguro é uma empresa do grupo UOL que fornece sistema de pagamentos com intermédio na compra.Saiba Mais.

Para você que deseja vender no exterior, a Koyot  faz a integração completa com a Authorize.net, como solução para pagamentos internacionais. Saiba mais.

O PayPal é um sistema de pagamento online com cartões de crédito - nacionais e internacionais, para vendas no Brasil e no mundo. Saiba mais.

Master CardAmerican Express

Sistemas E-commerce

08/04/2011

           De acordo com o site eCommerceOrg, no ano de 2010 as empresas de comércio eletrônico  do Brasil faturaram aproximadamente R$ 14,80 bilhões em vendas de produtos na internet.

           E a previsão para 2011 é ainda maior: cerca de R$ 20,00 bilhões até o final do ano. Entre já para o mercado que mais cresce no mundo.

           A Koyot possui uma solução completa em loja virtual, integrada com os mais sofisticados sistemas de pagamento do mercado.

          Sua loja estará integrada com todas as redes sociais, podendo compartilhar seu produto facilmente.

  Confira algumas vantagens:

  • Seu negócio esta disponível 24 horas * 7 dias por semana;
  • Facilidade no acesso a novos mercados e clientes;
  • A vantagem competitiva com as grandes empresas;
  • Cálculo de frete automático
  • Sistemas de pagamento online.
  • Compartilhamento em redes sociais.

 

 

Conexões seguras em suas vendas. Os sistemas utilizam conexões seguras encriptografadas (SSL - 128bits).

Cálculo de frete automático. Sua loja virtual terá integração total para valores e prazos de encomendas para SEDEX, SEDEX-10, e-SEDEX e PAC.

   

TAGS: Ecommerce

Web Sites com CMS

08/04/2011

Atualmente, a Internet encontra-se muito presente na vida diária de mais de 80% da população. Estudos vêm demonstrando e comprovando que o acesso à Internet no Brasil tem aumentado em maior escala do que nos EUA. Isso tudo porque esta tecnologia agiliza processos (que antes levavam horas), informa, divulga, facilita a comunicação interpessoal... E todo esse desenvolvimento transformou a Internet em uma ferramenta (de marketing)de extensão dos negócios, indispensável na conquista de novos mercados, expansão de fronteiras e divulgação de sua marca.                               

 Através de um website, o reconhecimento on-line se torna possível e seu horizonte para negócios estará acompanhando uma tendência mundial, em que marcas se difundem em velocidades surpreendentes. 

A KOYOT integra mídias sociais a mecanismos de busca e fornece uma ferramenta completa com dados e informações mais acessados em seu site, termos encontrados e não encontrados (localizados), construindo uma base de dados real para reconhecimento de seus clientes e suas necessidades e preferências. Tudo isso em um layout moderno, adequado e exclusivo, valorizando sua marca, produtos e serviços. A KOYOT apresenta, juntamente com o site,  uma solução de gerenciador de conteúdo - CMS, que permite um gerenciamento completo de seu website de maneira segura e inovadora,facilitando constantes atualizações de forma rápida e simplificada, dando total liberdade e controle de seu próprio negocio,sem precisar de conhecimento técnico ou qualquer custo a mais.

TAGS: Soluções

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