A Responsabilidade Social como parte estratégica do seu negócio
29/11/2011
Se há alguns anos a responsabilidade social corporativa era confundida com ações assistenciais isoladas pontuais, hoje ela já é reconhecida nas grandes organizações como uma importante área estratégica: além contribuir significativamente para o desenvolvimento da sociedade, representa uma vantagem competitiva para a empresa.
Isso porque um projeto consistente de responsabilidade e governança corporativa proporciona à organização novas formas de aprendizado e conhecimento, pode ajudar a fomentar seu mercado de atuação, a criar diferenciais para que a empresa se destaque em mercados competitivos e também contribui para a construção positiva da imagem de sua marca.
No Brasil, sabemos das diversas limitações dos governos para atender os complexos problemas sociais do país. Portanto, a iniciativa privada e o terceiro setor desempenham um papel fundamental e têm como dever utilizar seus recursos e conhecimentos para buscar soluções para estes problemas.
No entanto, iniciar um projeto de responsabilidade social exige planejamento, pois alguns fatores são críticos para o sucesso. O primeiro passo é basear o plano de ações sociais onde está seu core business.
Ou seja, os projetos socialmente responsáveis têm de estar intimamente ligados ao seu negócio e área de atuação. Afinal, é onde sua empresa terá mais condições para, genuinamente, prestar uma contribuição significativa à sociedade, ao mesmo tempo em que busca obter um diferencial competitivo
para o negócio.
Também é fundamental fazer alianças com outras entidades empresas e organizações que possuam habilidades complementares às suas. Esta cooperação ajuda a tornar as ações mais ricas e abrangentes, pois cada um dos agentes colabora com diferentes ferramentas e conhecimentos.
Entre outros fatores críticos para o sucesso de um projeto de responsabilidade social corporativa estão o comprometimento da alta diretoria, a definição de metas concretas, a busca de resultados no longo prazo, e, claro, acreditar naquilo que está sendo construído.
Os valores éticos da organização também devem permear todas as ações assinadas por sua empresa.
Também é importante buscar o engajamento de seus stakeholders, como colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros.
Avalie esses fatores quando estiver fazendo um planejamento na área de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. E saiba que é possível adotar uma maneira de fazer negócios, competitiva e estratégica, que também contribuirá para a melhoria das condições sociais e econômicas do país.
fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/10/13/a-responsabilidade-social-como-parte-estrategica-do-seu-negocio/
Entendendo a nova geração
29/11/2011
Independentemente do seu negócio ser direcionado a um público jovem, este vídeo abaixo deve ser assistido com certa atenção. Simplesmente porque ele sintetiza muitos dados obtidos por meio de pesquisas e processos empíricos o que representou para o mundo os Baby Boomers (hoje cinquentões), a Geração X (trintões) e, mais detalhadamente, a atual Juventude Global.
Com valores e formas de consumir, digerir e disseminar informação completamente diferentes das dos seus antecessores, eles são os mais facilmente adaptáveis às rápidas transformações sociais e tecnológicas que vemos hoje. Entender esse público, como pensam, consomem e suas expectativas é o primeiro passo para não ficar para trás na história. Inclusive quando o assunto é vendas pela internet.
fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/18/entendendo-a-nova-geracao/
Derrubando alguns mitos do E-commerce
29/11/2011
Criar uma loja online que funcione com simplicidade e eficiência não é fácil: exige esforço, disciplina, investimento (de energia e capital) e um constante acompanhamento. Levantamos aqui alguns pontos que normalmente são encarados como verdades absolutas por alguns empresários, mas que na realidade escondem uma nuvem de interpretações errôneas.
Planejamento é só para grandes empresas – Um dos maiores mitos relacionados ao ecommerce é a concepção de que identificar problemas e apresentar soluções com antecedência, criar metas e direcionamentos é apenas para lojas de grande porte. Acredite, por mais genial que a sua ideia seja, ela precisa ser submetida a uma bateria de perguntas e testes antes de sair do papel. Por exemplo: quem é o seu público-alvo? Quem são seus concorrentes? Como eles atuam? Como o seu negócio vai se diferenciar? Por que as pessoas comprariam (ou não) seu produto ou serviço? Pesquise, dedique tempo e paciência, e documente suas conclusões. Essa referência tem de ser a base para qualquer ação posterior.
“Vou começar com uma plataforma qualquer e depois deixo tudo mais profissional” - Pouquíssimas lojas sobrevivem a essa ideia mais do que alguns meses. Uma plataforma de ecommerce precária, sem garantias de segurança ou funcionalidades que possibilitem a você acompanhar a evolução do seu negócio, é um atestado de óbito para o projeto. Se ainda não conseguiu captar o investimento necessário, dedique mais energia a isso e só então contrate uma plataforma reconhecida e adequada às suas necessidades.
Segurança é cara e não precisa ser prioridade no começo - Esse é o barato que sai caro. Quando você economiza em segurança, não imagina quantos fraudadores podem se aproveitar disso (roubo de dados financeiros é só uma das possibilidades) e quantos clientes vão perceber que não podem confiar no site e vão sair dali antes mesmo de concluir qualquer compra.
Esses são apenas três dos enganos mais comuns cometidos por quem está embarcando pela primeira vez na “aventura” de abrir um negócio online. E a mensagem final é justamente essa: seu projeto não deve ser uma aventura, ele tem ser baseado em fundamentos sólidos, testes e profissionalismo. Do contrário, pode ser um grande desperdício de capital e tempo.
Para você que ainda tem dúvidas, criamos o site Empreendedor Digital, que tem o objetivo de ser uma referência para novos empreendedores online, fornecendo informações estruturadas e didáticas sobre as principais variáveis de gestão de uma loja operando no Comércio Eletrônico.
fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/10/27/derrubando-alguns-mitos-do-e-commerce/
Redes sociais: oportunidade ou moda?
29/11/2011
A adoção de estratégias de marketing em mídias sociais e os investimentos nessa modalidade têm crescido no mundo todo. Segundo o CMO Survey (http://cmosurvey.org/), de fevereiro deste ano, só nos Estados Unidos, em 2010, o aumento na verba destinada a mídias sociais pelas grandes marcas foi de 5,6%, contra 3,5% em 2009.
Mas o mesmo estudo revela que menos de 1% das visitas aos sites dos principais players do ecommerce daquele país veio das mídias sociais. O que levanta uma dúvida: o capital investido é cada vez maior, mas será que a eficiência é garantida?
A resposta ainda é, de certa forma, nebulosa. Na verdade, um outro estudo (“State of Retail Online 2011”), divulgado pelo Shop.org (www.shop.org), indica que 62% dos varejistas entrevistados não conseguem avaliar a efetividade do uso das mídias sociais.
Entretanto, há muitos sinais de que as mídias sociais são, de fato, o canal de comunicação online preferido por adolescentes. Segundo pesquisa da ComScore, a diminuição do uso do email por usuários entre 12 e 17 anos foi de quase 60%). Lembrando que, em poucos anos, eles serão os novos consumidores.
Outro dado importante é o avanço do Facebook nos índices que medem as horas navegadas na internet. Por conta disso, o montante publicitário investido só nesse canal cresceu 11% nos EUA, que é o maior aumento registrado em todos os veículos de divulgação online.
O que concluir disso tudo? Que as mídias sociais têm, sim, um potencial inegável e ainda inexplorado. Porém, definir objetivos básicos para cada estratégia (SAC, vendas, informação, construção de marca, fidelização, etc.) é o primeiro passo para um bom planejamento para o seu negócio.
O PayPal trouxe esta discussão em sua webconference realizada em 26/10 e, se você perdeu, pode ouvi-la em payp.al/webconference.
PayPal faz acordo com os Correios para atender pequenas empresas
29/11/2011
A subsidiária brasileira do PayPal, serviço de pagamentos on-line pertencente à companhia de comércio eletrônico americana eBay, fechou um acordo com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) para atender lojas virtuais de pequeno porte e tentar ampliar a sua rede de clientes no país, atualmente estimada em 30 mil varejistas.
“A meta é atingir mais de 50 mil clientes com esse serviço”, afirma Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Ele estima que o mercado de lojas virtuais no Brasil varie entre 250 mil e 300 mil.
Como resultado do acordo, o PayPal e os Correios lançaram um serviço de frete, que foi implementado pela Fast Solutions, agência franqueada da ECT. O serviço permite ao pequeno empresário que tem conta no PayPal obter descontos de 30% no serviço de Sedex. É considerada pequena a companhia que efetua até mil entregas por mês. Com o desconto, essas lojas virtuais passam a ter o mesmo custo de distribuição das grandes redes, o que pode tornar a sua operação mais competitiva, diz Mello.
Atualmente, os Correios mantêm tabelas de preços diferentes para pequenas e grandes empresas, que variam conforme o volume de encomendas distribuídas. O preço médio de um Sedex para a pequena empresa é de R$ 10. “As pequenas fazem vendas no valor médio de R$ 40 a R$ 50. Esse desconto faz diferença”, diz Mello.
Com o acordo, o PayPal passa a atuar como uma espécie de empresa de compras coletivas, ao consolidar os pedidos dos clientes em um único lote de compras de grande porte com os Correios, observa Mello. “Já somos um atacadista em pagamentos, por que não consolidar pagamentos no segmento de entregas?”, questiona.
O PayPal abriu sua subsidiária no Brasil em maio de 2010 e, desde então, tem feito parcerias com grandes empresas para acelerar seu processo de crescimento no país. Os primeiros acordos foram fechados com as empresas de hospedagem de sites Locaweb e Terra. No fim do ano passado, ela fez parceria com a operadora Vivo, para popularizar o seu sistema de pagamento móvel.
De acordo com Mello, os serviços de pagamentos por celular devem chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2012, com versões para iPhone (da Apple), BlackBerry (da Research In Motion) e Android (sistema operacional do Google). O serviço deve ser ofertado para 58,4 milhões de clientes da Vivo, o que pode multiplicar em quase 20 vezes o número de consumidores atendidos atualmente pelo PayPal, estimados em 5 milhões.
O PayPal também fechou acordos globais que indiretamente devem contribuir para incrementar o número de usuários no Brasil, observa Mello. Em agosto, a companhia anunciou uma parceria com o Yahoo na área de publicidade. As empresas que querem aumentar a audiência dos seus sites usam o serviço do PayPal para comprar links patrocinados no Yahoo. Em outubro, a companhia fez acordo com a Microsoft para que os usuários do console de jogos XBox 360 possam usar o sistema de pagamentos do PayPal no console.
“Em um ano e meio de operações, saímos de zero para 30 mil empresas, 3 milhões de clientes e 100 funcionários no Brasil”, contabiliza Mello. Com esses resultados, o PayPal alcançou 10% de participação no mercado brasileiro de pagamento on-line.
No país, a empresa cresce acima de 100% ao ano, ante uma taxa de dois dígitos no mundo. A subsidiária é atualmente a 15ª maior do PayPal. A meta da companhia é torná-la a 5ª maior operação, “em alguns anos”. O PayPal não divulga dados de projeção de receita para o ano. Em 2010, a companhia movimentou US$ 92 bilhões em compras. No mundo, o PayPal tem 100 milhões de contas ativas.
fonte:https://www.paypal-brasil.com.br/blog/2011/11/09/paypal-faz-acordo-com-os-correios-para-atender-pequenas-empresas/